sábado, 26 de janeiro de 2019

A IMPORTÂNCIA DE UMA CARTA DE DEUS À IGREJA LOCAL - 20/01/2019

     Sermão do Pr. Edson Rosendo, no domingo Dia do Senhor 20/01/2019, baseado em Colossenses 1:1-2, proferido no púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru-PE


     O propósito desse sermão é fazer você refletir sobre a importância de uma carta endereçada de Deus para você;
     São duas lições a serem aprendidas, derivadas da pergunta: Por que é importante uma carta do Apóstolo Paulo à Igreja Local?

          1) Porque foi escrita pela autoridade de Deus
          2) Porque foi escrita em atenção aos santos da Igreja Local

     Deus ditou as cartas apostólicas; Ele é o remetente; Os apóstolos foram os amanuenses, que as escreveram; O carteiro é o pregador, que grita aos seus ouvidos “correios!”; Você é o destinatário das cartas. 
     Você tem emoção e expectativa por essas cartas? Você tinha emoções e expectativas ao ouvir o carteiro gritando à porta da sua casa; Você esperava cartas da namorada, do namorado, do pai, da mãe, do irmão, da irmã. Quanta emoção envolvida! 
     E para com as cartas de Deus, você tem emoções superiores? 
     As cartas recebidas por você, dos seus queridos, há alguns anos, estão todas elas no esquecimento, no máximo guardadas no fundo da gaveta, às traças. Mas as cartas de Deus são eternas, e contém palavras de vida, palavras de edificação, palavras de riquezas, e estão registradas na bíblia.
     Depois de ouvir a pregação da Palavra de Deus, como você agirá daqui para a frente com relação aos escritos que Deus lhe mandou diretamente do céu?
Pr. Edson Rosendo
Igreja Batista da Graça em Caruaru-PE

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

A Profundidade da Comunhão - 30/12/2018

     Sermão do Pr. Edson Rosendo, proferido do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 30/12/2018.


Esboço da Pregação

Tema: A Profundidade da Comunhão
Texto base: Filipenses 4:21-23

     1) A comunhão é com todos os irmãos (v.21b, 22);
     2) A comunhão é com cada um dos irmãos (v.21a);
     3) A comunhão é por causa do laço espiritual (v.23).

REFLEXÃO: Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio. (Eclesiastes 7.8)

     Considere o nosso Senhor e Salvador. Em seu princípio, Ele foi desprezado e rejeitado pelos homens; foi um homem de dores, familiarizado com o sofrimento (ver Isaías 53.3). Você pode observar o fim? Nosso Senhor está assentado à direita de Deus, sabendo que todos os seus inimigos se tornarão o estrado de seus pés (ver Salmos 110.1). “Segundo ele é, também nós somos neste mundo” (1 João 4.17). 
     Você tem de tomar a cruz, pois, se não o fizer, nunca receberá a coroa. Você tem de passar através da lama, pois, se não o fizer, nunca andará nas ruas de ouro. Anime-se, então, crente abatido. “Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio”. Quão desprezível é a aparência da larva de um inseto. É o começo de uma vida. Todavia, se você observar posteriormente, aquele inseto com asas deslumbrantes estará brincando aos raios de sol, bebendo das flores, cheio de vida e felicidade. Esse é o fim. Aquele inseto é como você, até que seja envolvido na crisálida da morte. 
     Mas, quando Cristo se manifestar, você será semelhante a Ele, porque O verá como Ele é (ver Salmos 17.15). O diamante de aparência rústica é colocado na roda do lapidário, que o corta em todos os lados. O diamante perde muito, muito do que parecia ser precioso para ele mesmo. O rei é coroado; o diadema é colocado na cabeça do monarca com o alegre som da trombeta. Um resplandecente raio brilha da pequena coroa, brilho que vem daquele exato diamante que tão recentemente foi em extremo afligido pelo lapidário. Você pode ousar se comparar a tal diamante, pois é um do povo de Deus; este é o tempo do processo de lapidação. 
     A fé e a perseverança têm sua obra perfeita (ver Tiago 1.3,4), pois no dia em que a coroa for colocada na cabeça do “Rei eterno, imortal, invisível” (1 Timóteo 1.17), um brilho de glória resplandecerá de você. “Eles serão para mim particular tesouro, naquele dia que prepararei, diz o SENHOR dos Exércitos” (Malaquias 3.17). “Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio”. (Charles H. Spurgeon)

sábado, 29 de dezembro de 2018

Por Que a Santidade é Obrigatória - 23/12/2018

     Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no domingo, Dia do Senhor, 23 de dezembro de 2018, do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru-PE, foi baseado no texto encontrado no livro de Romanos 6:1-14.


Esboço da Pregação:
Tema: Por Que a Santidade é Obrigatória
Texto base: Romanos 6: 1-14

     1) Porque morremos com Cristo
          * O crente não permanece no pecado
          * O crente morreu para o pecado
          * O crente morreu com Cristo

     2) Porque ressuscitamos com Cristo
          * O crente não permanece na morte, ele ressuscita com Cristo
          * O crente ressuscita para viver uma nova vida

Reflexão:
     Amigo, senta-te mais para cima. (Lucas 14.10)

     Quando a vida da graça começa na alma, nós realmente nos aproximamos de Deus, mas o fazemos com temor e tremor. A alma, consciente de sua culpa e, por causa disso, humilhada, se encontra em admiração por causa da solenidade de sua posição. Sente-se prostrada ao chão por um senso da grandeza de Jeová, em cuja presença ela permanece. Com timidez não fingida, ela toma o lugar mais baixo. 
     No entanto, à medida que o crente cresce na graça, o seu temor perde todo o seu terror. Ele nunca esquecerá a solenidade de sua posição e jamais perderá a reverência santa que envolve um homem cheio da graça, quando ele está na presença de um Deus que pode criar ou destruir. Tal reverência se torna um temor santo e deixa de ser um pavor ofuscante. 
     O crente é chamado mais para cima, para ter maior acesso a Deus em Cristo Jesus. Portanto, o homem de Deus, andando em meio aos esplendores da Deidade e velando a sua face como o glorioso querubim com aqueles pares de asas – o sangue e a justiça de Jesus Cristo – se aproximará do trono celestial com reverência, prostrado em espírito. Contemplando ali um Deus de amor, bondade e misericórdia, o crente entenderá o caráter de Deus, melhor do que sua absoluta divindade. O crente verá em Deus a sua bondade, em vez de fixar-se em sua grandeza; verá mais de seu amor ao invés de sua majestade. Então, a alma, curvando-se, ainda tão humildemente quanto antes, desfrutará uma liberdade de intercessão mais sagrada. Prostrada diante da glória do Deus infinito, a alma será sustentada por urna revigorante consciência de estar na presença da infinita misericórdia e do amor infinito e pela compreensão de sua aceitação no Amado. 
     Assim, o crente é chamado mais para cima e capacitado a exercer o privilégio de regozijar-se em Deus e de dizer, achegando-se mais e mais a Ele, com santa confiança: “Aba, Pai!” Assim devemos ir, de força em força, e crescer na graça diariamente, Até que em tua imagem transformados, vejamos tua face, finalmente. (Charles H. Spurgeon)




terça-feira, 11 de dezembro de 2018

A Visão Bíblica de Missões - 11/12/2018

     Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru-PE, no domingo, Dia do Senhor, 09 de dezembro de 2018, baseado em Filipenses 4:10-20.


Esboço da Pregação:
Tema: A Visão Bíblica de Missões
Texto Bíblico: Filipenses 4:10-20

Divisão do Sermão:
     1) A visão da igreja missionária:
          * Ela sempre tem cuidado com os missionários, v.10, 14, 15-16;
          * Ela é sempre suprida por Deus, v.19;
          * Ela glorifica a Cristo pelo cuidado missionário, v.18, 20.
     2) A visão do missionário:
          * Ele jubila pelo cuidado da igreja com as missões, v.10, 17;
          * Ele se contenta com ajuda ou sem ajuda, v.11-12;
          * Ele está plenamente satisfeito no Senhor, v.13.

REFLEXÃO:
Sinais da Vida Eterna
     Um dos mais maravilhosos trabalhos da graça no homem é purificar seus lábios. O que a bíblia ensina é que quando o coração é mudado para um novo coração, então suas palavras se tornam diferentes, edificantes e cheias de temor. O ladrão na cruz mostrou isso, porque momentos antes da sua conversão expressava aquele linguajar arrogante e desafiador contra o Senhor. Mas assim que Deus operou em seu ser, eis que logo palavras humildes, de confissão e de verdade brotaram em seus lábios. 
     Aquele, cuja boca mostra sujeira em suas palavras realmente está morto em seus pecados. O homem velho no coração não pode mostrar palavras de amor, palavras que glorificam a Deus no viver. Outro sinal de que há vida é mostrado num constante temor ao Senhor. 
     Ah! Como falta isso em nossos dias! 
     O evangelho humanista não lida com o coração do homem, porque a salvação é vista como um mero crer racional, sem qualquer desafio de arrependimento e conversão do pecador. Normalmente quem faz apenas uma decisão sem qualquer convicção de pecado, realmente não terá qualquer poder para mostrar que há um novo homem no íntimo, o qual tem o temor do Senhor e que anda constantemente nesse temor. 
     A bíblia nos mostra que a conversão é revelada em temor ao Senhor. Quando Deus opera mudança no homem há sinal evidente de novo nascimento, de interesse por andar com Deus e com o povo de Deus aqui. 
     A certeza de salvação não é algo que eu determino em minha vida. A certeza é mostrada pelo fato que estou andando para o céu e enfrentando toda oposição contra o mal na caminhada. A esperança da glória é sinal de que há vida celestial no novo homem. Os salvos têm agora em seus corações a canção da redenção; eles sabem que foram salvos e libertos da condenação, a fim de participarem da glória eterna com Cristo para sempre. 
     O homem morto pode pensar no céu e alimentar uma esperança de ir para lá, mas a verdade é que seu coração está ligado aqui. Ele ama o mundo e faz parte dessa sociedade, e nada há que possa tirá-lo do prazer de ter uma vida melhor neste mundo que jaz no maligno. 
(Pr. David Sena)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Como Guardar o Coração da Ansiedade - 02/12/2018

     Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru-PE, baseado em Filipenses 4:8-9, no domingo, Dia do Senhor, 02/12/2018.


Esboço da Pregação
Tema: Como Guardar o Coração da Ansiedade
Texto base: Filipenses 4:8-9

Divisão:

     1) Colocando em Ordem os Pensamentos (v.8);
     2) Imitando os Santos (v.9).

Reflexão:
"Tu és toda formosa, querida minha. (Cantares 4.7)"

     A admiração do Senhor por sua igreja é maravilhosa; e a sua descrição da igreja é brilhante. Ela não é apenas formosa, mas “toda formosa”. O Senhor Jesus vê a igreja nEle mesmo, lavada no seu sangue expiatório e vestida com a sua justiça. O Senhor Jesus considera a igreja cheia de graça e beleza. 
     Isto não nos deve causar admiração, visto que Ele está contemplando a sua perfeita excelência. A santidade, a perfeição e a glória da igreja são as vestes gloriosas do próprio Senhor Jesus colocadas sobre a sua amada esposa. A igreja não é simplesmente pura e toda simétrica; é positivamente formosa e amável! Ela tem uma glória presente! As deformidades causadas pelo pecado são removidas da igreja. Além disso, ele obteve, por intermédio de seu Senhor, uma justiça meritória por meio da qual uma beleza real é conferida a ela. 
     Os crentes têm uma retidão positiva que lhes foi outorgada quando eles tornaram-se aceitos no Amado. A igreja também não é meramente amável; ela é excelentemente amável. Seu Senhor a chama “mais formosa entre as mulheres” (Cantares 1.8). A igreja tem uma verdadeira excelência e valor que não podem ser rivalizados por todos os nobres e reis deste mundo. 
     Se Jesus pudesse trocar a sua noiva eleita por todas as rainhas e imperatrizes da terra ou mesmo pelos anjos do céu, Ele não faria isso, visto que a coloca em primeiro lugar, acima de qualquer outra coisa - a “mais formosa entre as mulheres”. Como a lua, ela brilha mais que as estrelas. Nem é esta opinião algo de que Ele se envergonhe, pois Ele convida todas as pessoas para ouvirem. Ele coloca um “como” diante de sua afirmação, uma nota especial de exclamação, convidando e prendendo a atenção. “Como és formosa, querida minha, como és formosa!” (Cantares 4.1). Ele publica sua opinião amplamente até agora e um dia, o Senhor Jesus confessará, do trono de sua glória, a verdade desta afirmação diante de todo o universo reunido na presença dEle. “Vinde, benditos de meu Pai!” (Mateus 25.34) será a solene afirmação do Senhor a respeito da amabilidade de seus eleitos. 
(C. H. Spurgeon)

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

A Importância de Permanecer Firme no Senhor - 25/11/2018

     Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no domingo, Dia do Senhor, 25/11/2018, do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru-PE, baseado em Filipenses 4:1-7.


Esboço da Pregação:
Tema: A Importância de Permanecer Firme no Senhor
Texto base: Filipenses 4:1-7

     1) Cuidar da harmonia entre os irmãos (v.1-3);
     2) Ter prazer no Senhor Jesus (v.4);
     3) Cultivar uma vida moderada (v.5);
     4) Afugentar a ansiedade da vida (v.6-7)
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Reflexão:
Para proclamar libertação aos cativos. (Lucas 4.18)
      Ninguém, exceto o Senhor Jesus, pode outorgar libertação aos cativos. A verdadeira liberdade vem tão-somente dele. É uma liberdade outorgada com justiça, porque o Filho, o herdeiro de todas as coisas, tem o direito de tornar os homens livres. 
      Os santos honram a justiça de Deus, a qual lhes garante, agora, a salvação. É uma liberdade que foi comprada por um preço elevado. Cristo a manifesta pelo seu poder, mas a comprou pelo seu sangue. Você fica livre porque Ele suportou o seu fardo em seu lugar. Você é colocado em liberdade, porque o Senhor Jesus sofreu espontaneamente em seu lugar. 
      Entretanto, apesar de comprada a preço elevado, Ele gratuitamente dá a salvação. O Senhor Jesus nos encontra vestidos de pano de saco e assentados na cinza e nos ordena a vestirmos as lindas roupas da liberdade. Quando Jesus liberta, a liberdade é dada perpetuamente. Que o Mestre me diga: “Cativo, eu o libertei”, e assim será para sempre. Satanás pode fazer planos para nos escravizar, mas, se o Senhor está ao nosso lado, a quem temeremos? O mundo com suas tentações pode procurar nos enredar; contudo, maior é Aquele que é por nós do que aqueles que são contra nós. “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8.31). 
      Nossos próprios corações enganosos podem perturbar-nos e aborrecemos. Mas Aquele que começou a boa obra em nós há de completá-la e aperfeiçoá-la até ao final (ver Filipenses 1.6). Os adversários de Deus e os inimigos do homem podem juntar suas hostes e se aproximar contra nós com fúria intensificada, mas se Deus absolve, quem nos condenará? (ver Romanos 8.34). 
      A águia que ascende até seu ninho de pedra, e posteriormente, voa além das nuvens não é mais livre que a alma que Cristo libertou. Se não estamos mais debaixo da Lei, e sim livres da sua maldição, a nossa liberdade deve ser revelada, de modo prático, em servirmos a Deus com gratidão e regozijo. “SENHOR, deveras sou teu servo, teu servo, filho da tua serva; quebraste as minhas cadeias” (Salmos 116.16). Senhor, que desejas que eu faça? (C. H. Spurgeon)

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Como Diferenciar o Verdadeiro do Falso Pregador - 18/11/2018

     Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no domingo, Dia do Senhor, 18/11/2018, baseado em Filipenses 3:17-21.


Esboço da Pregação:
Tema: Como diferenciar o verdadeiro do falso pregador
Texto base: Filipenses 3:17-21

Divisão do Sermão:
     1) O perfil do falso pregador
          * É inimigo da cruz de Cristo, v.18;
          * Sua vida espiritual é nula, v.19ª;
          * Sua vida material é rica, v.19b.
     2) O perfil do verdadeiro pregador
          * Ele lhe chama a imitá-lo, v.17;
          * Ele tem os olhos fixados no céu, v.20ª;
          * Ele espera a volta do seu Senhor, v.20b;
          * Ele sabe que sua glória está na ressurreição, v.21
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REFLEXÃO:
Jardim fechado…fonte selada. (Cantares 4.12)
     Nesta metáfora, que tem referência à vida interior do crente, a ideia de segredo é bastante clara. É uma fonte selada. No Oriente Médio, havia fontes sobre as quais se construíam um edifício, de modo que ninguém teria acesso àquelas fontes, exceto os que conheciam a entrada secreta. Assim é o coração de um crente, quando é regenerado pela graça de Deus. Existe uma vida misteriosa no íntimo do crente, um vida que nenhuma habilidade humana pode tocar. 
     É um segredo que outro homem não conhece; não, a própria pessoa que o possui não pode contar ao seu vizinho sobre ele. Este texto inclui não somente a ideia de segredo, mas também a de separação. Essa não é uma fonte comum da qual todos os transeuntes podem beber. É uma fonte guardada e preservada. Ela traz uma marca particular (um selo real), de modo que todos percebam não se tratar de uma fonte comum, e sim pertencente a um proprietário e colocada especialmente separada. 
     Assim é a vida espiritual. Os eleitos de Deus foram por Ele separados no decreto eterno, no dia da redenção, a fim de possuírem uma vida que as demais pessoas não possuem. É impossível para o redimido se sentir à vontade no mundo ou se deleitar nos seus prazeres. 
     No texto existe também a ideia de consagração. O manancial recluso é preservado para o uso de alguma pessoa especial. O coração do crente é um manancial fechado para o uso do Senhor Jesus. Todo crente deve sentir que tem o selo de Deus. Deve ser capaz de afirmar, como Paulo: “Quanto ao mais, ninguém me moleste; porque eu trago no corpo as marcas de Jesus” (Gálatas 6.17). 
     Outra ideia proeminente é a de segurança. Oh, quão segura é a vida interior do crente! Se todos os poderes da terra e do inferno pudessem se unir contra ele, este princípio imortal ainda existiria, pois Aquele que o deu, empenhou sua vida pela preservação deste princípio. E quem lhe fará mal quando Deus é o seu protetor? (C. H. Spurgeon)

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Em Que Consiste a Maratona do Cristão - 11/11/2018

     Sermão do Pr. Edson Rosendo, no domingo, Dia do Senhor, 11/11/2018, proferido do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru-PE, baseado em Filipenses 3:12-16.


Síntese do Sermão:
     Tema: Em que consiste a maratona do cristão
     Texto base: Filipenses 3:12-16
Divisão:
     1) Desfazer-se das velhas coisas (v.12a, 13b, 15-16);
     2) Reconhecer que está a caminho (v.12a, 13a);
     3) Buscar o alvo: a semelhança com Cristo (v.12b, 13a, 14).
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Reflexão: Por baixo de ti, estende os braços eternos. (Deuteronômio 33.27)
     Deus, o Deus eterno, é o nosso amparo em todo o tempo, especialmente quando estamos mergulhados em profunda aflição. Há ocasiões em que o crente passa por intensa humilhação. Tendo um grande senso de sua pecaminosidade, o crente é prostrado diante de Deus, a ponto de quase não saber como orar. E, aos seus próprios olhos, ele parece tão indigno. 
     Filho de Deus, lembre-se: ao passar por grande humilhação, os braços eternos do Senhor estão por baixo de você. O pecado pode levá-lo ao abatimento, mas a grande expiação realizada por Cristo ainda está por baixo de tudo. O crente às vezes afunda profundamente, em dolorosas provações externas. Se você não pode contar com nenhum amparo terreno, então, o que deve fazer? Por baixo de você ainda continuam os braços eternos. Você não pode cair em aflição e tristeza tão profundas, que a aliança da graça de um Deus sempre fiel não esteja a circundá-lo. O crente pode estar se afundando em aflição proveniente do seu íntimo, por meio de conflito intenso; todavia, mesmo nesta condição, ele não pode chegar a um ponto tão profundo, que fique além do alcance dos braços eternos - eles estão por baixo do crente. 
     Enquanto somos sustentados desta maneira, os esforços de Satanás para prejudicar-nos são inúteis. Esta segurança de amparo é um conforto para qualquer crente que está fatigado por trabalhar com dedicação no serviço do Senhor. Ela inclui a promessa de fortalecimento para cada dia, graça para cada necessidade e poder para cada obrigação. E, além disso, quando a morte chegar, esta promessa ainda se mantém firme. 
     Quando estivermos no meio do Jordão, diremos como Davi: “Não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo” (Salmos 23.4). Nós desceremos à cova, mas, não mais fundo que isso, pois os braços eternos previnem a queda maior. Por toda vida, e ao seu fim, seremos segurados pelos “braços eternos” - braços que não cansam nem perdem a força, pois o SENHOR, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga” (Isaías 40.28). (C. H. Spurgeon)

sábado, 10 de novembro de 2018

Como Enfrentar os Reveses de Modo Bíblico - 04/11/2018

     Sermão proferido pelo PR. Edson Rosendo, do púlpito da Congregação Batista da Graça em Recife, no domingo, Dia do Senhor, 04/11/2018, baseado no Livro de Oséias 1:1-9.


Síntese do Sermão:
Tema: Como Enfrentar os Reveses de Modo Bíblico
Texto base: Oséias 1:1-9
Divisão:
1) A Tragédia na Vida de Oséias;
2) Como Oséias Enfrentou a Tragédia.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Em Quais Obras de Justiça Confiar Para Salvação? 28/10/2018

     Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no domingo, Dia do Senhor 28/10/2018, do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru-PE, baseado em Filipenses 3:1-11


Síntese da Pregação:
Tema: Em quais obras de justiça confiar para salvação?
Texto base: Filipenses 3:1-11
Divisão:
     1) Nas obras de justiça dos homens
          * Seus incentivadores, v.2a;
          * Sua designação, v.2b;
          * Seu conteúdo, v.4-9
     2) Nas obras de justiça de Jesus
          * Confiar nelas é lucro, v.7;
          * Confiar nelas é renunciar a tudo que seja humano, v.8;
          * Confiar nelas provém da fé, v.9, 3;
          * Confiar nelas é identificar-se com Cristo, v.10-11.
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Reflexão:
Não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi. (João 15.19)

     Nestas palavras, encontramos graça distinguidora e consideração discriminadora, pois algumas pessoas são feitas objetos especiais das afeições de Deus. Não tenha medo de se firmar nesta sublime doutrina da eleição. Quando sua mente estiver sobrecarregada e oprimida, você perceberá que esta verdade é um frasco de calmante. 
     Aqueles que duvidam das doutrinas da graça ou rejeitam-nas perdem ricos cachos de uvas; perdem os vinhos bem clarificados ou as mais ricas guloseimas. Não existe em Gileade bálsamo comparável a esta bênção. Se o mel do qual Jônatas se alimentou fez os seus olhos brilharem, ao ser apenas tocado, este é o mel que iluminará nosso coração para amar e aprender os mistérios do reino de Deus. Coma e não se preocupe em ficar cheio demais. Alimente-se continuamente, sem temor, desta iguaria especial. O alimento da mesa do Rei não prejudicará os súditos dele. 
     Deseje ter uma mente dilatada para que compreenda mais e mais o amor eterno, permanente e discriminador de Deus. Quando você houver atingindo as alturas da eleição, demore-se em refletir sobre a doutrina irmã da eleição - a aliança da graça. Os compromissos da aliança da graça são as estupendas muralhas de rocha por trás das quais estamos abrigados. Os compromissos da aliança da graça, juntamente com o Fiador, o Senhor Jesus, são o lugar tranquilo para repouso de espíritos temerosos. 
     Teu juramento, teu pacto, teu sangue, sustenta-me na enchente assoladora; e quando cede cada amparo terreal, esta tranquilidade é minha força, meu suporte celestial. Se Jesus encarregou-se de trazer-me à glória; o Pai prometeu que me daria ao Filho como parte da infinita recompensa do penoso trabalho de sua alma; então, até que Deus se torne infiel ou o Senhor Jesus deixe de ser a verdade, a minha alma está em segurança. 
     Após haver dançado perante a arca da aliança, Davi disse a Mical que a eleição o fez agir daquele modo. Venha, ó minha alma, exulte e alegre-se diante do Deus da graça. (C. H. Spurgeon)