domingo, 10 de novembro de 2013

Série de Pregações na Epístola de Tiago

     Entre maio e agosto de 2004, o Pr. Edson fez uma série de pregações sobre a Epístola de Tiago. Foram 11 Sermões no total e o livro foi exaustivamente esmiuçado. Então fazemos agora a disponibilização de todos esses sermões. A Epístola de Tiago destaca a importância de lidar com a aflição do ponto de vista da fé. O relacionamento crucial entre a fé e obras ativas de obediência recebe especial atenção. Tem sido fonte de leitura para aqueles que sofrem e procuram consolo e fortalecimento de sua fé.
     Clique sobre o nome de cada mensagem para baixar:


sábado, 9 de novembro de 2013

Privilégios e Castigos da Lei de Deus

O Cristianismo é a única religião que prega a salvação pela fé, independente das obras da lei, mas não deixa de ensinar que a importância das boas obras é para servir o próximo, também faz bem aos que as realizam. Mas não dão nenhum mérito pessoal a quem as realiza.
A Escritura deixa bem claro que não somos salvos pelas boas obras, mas somos salvos para as boas obras. O pecador redimido recebe bênçãos de Deus quando as pratica e o recebe castigos quando não as faz. Quando a Igreja obedece os mandamentos pode contar com as bênçãos do Senhor. As bênçãos de Deus são enviadas até em meio aos sofrimentos. Vida sem sofrimento não é sinal da bênção de Deus.
Não devemos ter uma postura de relaxamento quanto a Lei de Deus. É de grande importância viver em obediência à Lei de Deus para que possamos usufruir das bênçãos do Senhor e possamos viver conforme o Seu agrado.
Essa é a tônica da presente mensagem, proferida pelo Pr. Edson Rosendo de Azevêdo, no dia 27/10/2013. Foi baseada em Dt.11:26-32 e foi dividida em dois pontos:
1) A Obediência Trás a Bênção
2) A Desobediência Trás a Maldição

A Reforma e a Pregação da Cruz

No começo do cristianismo, a mensagem da cruz era a principal das mensagens, o tema principal de todas elas. Qualquer pregação proferida precisava ter o ingrediente da cruz. O cristianismo sempre foi a religião da cruz. Ele prega a cruz para todo aquele que se apresenta para seguir Jesus.
Da mesma forma que Jesus tomou a cruz e foi para a morte, assim também todo aquele que quiser seguir Jesus precisa morrer. O homem velho para nada serve. Os seus conceitos, gostos, paixões, amizades, apegos, práticas, tudo aquilo precisa passar pelo crivo da nova ordem, da ordem do homem nascido de novo. Tudo aquilo que se opuser ou impedir a consecução do novo status do homem renascido, deve ser objeto de repúdio, de rejeição, de descarte, mesmo que haja prejuízos financeiros, perdas de prestígio, fama, negócios, amizades, parentesco, mesmo os mais íntimos.Nada, nada pode ser mantido quando está em desacordo com a nova ordem. Essa era a pregação da cruz.
Porém, nos nossos dias a pregação da cruz sumiu dos púlpitos das igrejas. São raras as igrejas que tem apresentado ao pecador as reais exigências daquele que deseja seguir Jesus. Seguramente, se maioria dos crentes que povoa as igrejas souber dos custos para seguir Jesus, certamente uma massa esmagadora desistirá e dirá como os areopagitas disseram a Paulo: “Acerca disso te ouviremos noutra oportunidade”.
Mas a mensagem da cruz é a pregação do cristianismo; desde a lei, passando pelos profetas, pelos salmos, pelos apóstolos e muito mais pelo Senhor Jesus Cristo, a pregação era a nota de afinação de todas as pregações. Foi por causa dela que os profetas foram mortos, os apóstolos padeceram, Cristo foi crucificado e todos os fiéis pregadores foram perseguidos e assassinados.
Você ama a mensagem da cruz? Até morrer você a proclamará? Você a proclamará até se preciso morrer for?
Essa mensagem foi proferida pelo Pr. Edson Rosendo, no dia 29/09/2013. Foi baseada em II Cr.15:12-14 e foi dividida em 4 pontos:
          1) As Primeiras Reformas Implicam em Perdas
          2) A Reforma é Atacada
          3) A Reforma Deve Continuar

          4) A Confiança Carnal Destrói a Reforma 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Libertos Para Cultuar

Deus exige de cada adorador o seu todo. Ninguém pode adorar a Deus se não o fizer de modo integral. Todo o ser deve ser do Senhor. Os desígnios, projetos, planos, pensamentos, devem ser submetidos ao escrutínio do Senhor.
Também tudo quanto o homem possui deve ser dedicado a Deus, antes que alguém possa adorá-lo. O tempo sem desperdício, o trabalho honesto, a família, os bens, a renda, o prestígio, a fama, o conhecimento, a beleza, o intelectualismo, os interesses, os gostos, as paixões, tudo, tudo deve ser deposto diante do Senhor. Há de haver uma entrega plena, ampla, irrestrita.
 Abraão entregou o seu melhor. Jó depôs todos os bens, filhos, ser. Jesus entregou-se sem reservas, sequer fazendo caso da sua condição de Deus. Nenhum adorador estará de forma legítima diante de Deus se mantém em seu poder alguma coisa do seu ser ou alguma coisa das suas posses.
Deus exige entrega total, inclusive dos detalhes. É nesse quesito que muitos adoradores prestam um culto vão, enganando-se a si mesmos, prestando um culto segundo os seus próprios desígnios, fazendo de conta que as exigências de Deus são apenas para amedrontar, e continuam fazendo do seu jeito, apenas para lhes aliviar as consciências culpadas, realizando um culto não autorizado, não eficaz, mentiroso, falso e desobediente.
Nenhum desses adoradores provará a Ceia do Cordeiro, pois desprezaram as instruções de Deus para o culto, foram profanos em todo o tempo, não respeitaram as Escrituras, e enveredaram por um caminho alternativo, mais fácil, mais barato, menos custoso, tentando agradar a dois senhores.
São esses que, por mais aparência de piedade que possuam, nunca verão a alva, pois não cumpriram aquilo para o qual foram criados: adorar a Deus em espírito e em verdade.
Quais são os passos para cultuar? Isso é o que responde os quatro pontos do Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no domingo, Dia do Senhor, 01/09/2013. O sermão foi baseado no capítulo 5 de êxodo e foi dividido em quatro pontos:
        1) A Libertação é Sempre Precedida do Aumento das Dificuldades
        2) Deus Exige dos Adoradores Dedicação Integral
        3) Resistir às Sugestões de Satanás Quanto ao Culto

        4) Libertados Para um Culto de Plenitude

Equipados Para Evangelizar

Sabemos que somente os eleitos serão salvos, que somente eles responderão ao chamado do Espírito do Senhor. Mas essa chamada se dá pela pregação do Evangelho.
Quando o pregador anuncia o evangelho, ele está chamando os pecadores ao arrependimento. Enquanto ele prega aos ouvidos, o Espírito de Deus chama aos corações. E Ele chamará de modo eficaz somente os eleitos do Senhor.
Porém, a igreja não sabe quem são esses eleitos, pois eles não têm uma placa nas testas, identificando-os. E não cabe à igreja definir quem são os eleitos, pois essa tarefa foi do Senhor. Nem tampouco cabe à igreja dizer que algum pecador não é eleito se não atender o chamado assim que ouvir uma pregação legítima. Há eleitos que resistem por muito tempo até que o Espírito, finalmente, vence-lhes a resistência e os conduz a Cristo.
Outro motivo pelo qual a igreja não sabe quem são os eleitos que ainda estão no mundo é que os corações dos pecadores foram comparados por Jesus a quatro tipos de solos: “beira do caminho, entre espinhos, solo rochoso, terra fértil” e só deus conhece esses corações; O evangelista não. Por isso que somos ordenados a semear em todos os solos.
O Senhor determinou os que hão de se salvar, mas também Ele determinou o meio pelo qual esses eleitos serão chamados, que é pelo ouvir da pregação. Começo, meio e fim foram determinados pelo Senhor, e a igreja está exatamente nesse ‘meio’, com a sua pregação.
Os cristãos amadurecidos, crentes no decreto e na providência do Senhor, são aqueles que são conhecidos como os maiores evangelizadores, os que mais diligenciam por anunciar a Palavra do Senhor, os que mais oram pela conversão dos pecadores, os que mais choram pela terrível condição das almas perdidas.

Todo aquele que adora o Pai de modo legítimo, é também um evangelista legítimo, pois essas duas tarefas estão intimamente ligadas e uma não se realiza perfeitamente sem a outra.
Esse Sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no Domingo, Dia do Senhor, 08/09/2013. Foi baseado em Deuteronômio 11:8.25 e foi dividido em três pontos:
1) O primeiro Equipamento para Evangelização é Obedecer aos Mandamentos;
2) O Segundo Equipamento para Evangelização é Considerar as Diferenças Entre o Antes e o Depois;
3) O Terceiro Equipamento para Evangelização é Priorizar as Escrituras

O Ódio de Deus Contra os Que Propõem Um Culto Falso

Quando o Senhor é afrontado nas suas ordens, então a sua ira é despertada e o seu juízo entra em ação. É assim em todas as áreas, principalmente no culto de celebração ao seu nome.
Deus deu regras inflexíveis quanto ao culto, e fez registrar todas as regras na sua escritura. Daí Jesus afirmar que “meu Pai procura adoradores que o adorem... em verdade”, conforme a verdade expressa nas Escrituras. A ordem ‘nada acrescentareis, nem diminuireis de tudo quanto eu vos ordeno’ é repetida à exaustão, para que ninguém ouse dizer que não sabia, ou que não tinha atentado para tal.
A santidade do seu nome é tamanha que Deus em nada quer ser comparado aos deuses vãos, produzidos pela imaginação dos homens, por isso que as regras para o culto são ditadas por Ele mesmo, e por mais ninguém.
Não temos o direito de dar sugestões, palpites, de dizer que é melhor assim ou assado, de adicionar elementos ou mesmo subtrair. Em matéria de culto, o Adorado é quem dita as regras. Por isso que, a rigor, em qualquer igreja do planeta, o culto deveria ser rigorosamente o mesmo, pois a forma de adorar o Senhor está ali, escrita, de modo invariável.
Esse assunto é de gravidade tal, que qualquer alteração no culto se tornava um crime inominável contra Deus, e Ele ordenava a punição máxima, sumária, radical – a morte.
O Senhor alertou que, se fosse o pastor quem propusesse um culto alterado, falso, fosse morto. O Senhor alertou que, se fosse o seu filho, ou a sua filha, ou a sua esposa, ou mesmo o seu amigo mais estimado, que propusessem a alteração do culto, fosse morto, e a sua mãe deveria ser a primeira a começar a aplicação da pena capital. Deus ainda disse que, se pessoas de Israel, pertencentes à aliança, propusessem alterações no culto, então essa pessoa deveria ser morta, bem como todos os seus seguidores, mesmo que fosse a cidade inteira.
Tudo isso aponta para o zelo que Deus tem pelo culto. Jesus afirmou que “o zelo da tua Casa me consumirá”. Amemos, portanto, o culto, da mesma forma que Deus ama, e tenhamos zelo pelo culto, da mesma forma que Deus tem.
Esse Sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no Domingo, Dia do Senhor, 03/11/2013. Foi baseado em Deuteronômio 13 e dividido em três pontos:
O Ódio de Deus Contra o Culto Falso se Manifesta Contra os Pastores
O Ódio de Deus Contra o Falso Culto se Manifesta Contra os Parentes
O Ódio de Deus Contra o Falso Culto se Manifesta Contra os Irmãos na Fé

terça-feira, 29 de outubro de 2013

E Sua Família, Como Vai?

     “E foram felizes para sempre”. Essa  é uma frase muito utilizada por aqueles que imaginam um casamento perfeito, mas tem se mostrado como uma falácia, como uma mentira utilizada com muita frequência para designar um casamento perfeito. As pessoas não conhecem o que é relacionamento, o que é renúncia, o que é companheirismo ou o que é harmonia para a construção de um casamento feliz.
     Já se disse que o  impacto do divórcio é um trauma, principalmente para os filhos. Eles sofrem mais com um divórcio do que com a própria morte de um dos pais. Todo família sofre as conseqüências de um casamento desfeito.
     Mas, afinal, como começar certo um casamento? Quais são as bases para um casamento ideal? Como não se deixar relaxar com o relacionamento, com o embasamento correto para a construção de uma família feliz?
     Esse sermão conta a história de Isac e Rebeca, baseado em Gn.24-1.4. Foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo. Não sabemos a data exata do sermão, mas  ele foi dividido em 3 pontos:
          Uma Família com todas as condições para dar certo
          Uma Família ameaçada pela imprudência e pela Falta de Sabedoria
          A Família colhe os resultados amargos de ter abandonado os caminhos do senhor

terça-feira, 22 de outubro de 2013

As Razões Para Amarmos o Senhor

Todas as vezes que o nosso amor por Deus está referido nas Escrituras é sempre em consonância com a obediência à sua lei. As declarações de amor que são feitas a Deus, porém, desconectadas com um compromisso de obediência, não passam de poesias de fumaça, vapores que são produzidos e logo se dissipam.
Quando a lei foi resumida em apenas dois mandamentos, o primeiro se refere exatamente ao cumprimento dos quatro primeiros mandamentos, que são aqueles que representam o nosso relacionamento vertical, os chamados mandamentos do culto, tanto o culto público, como o culto continuado, que todos somos devedores.
Significa que nenhum idólatra, ou profano do nome do Senhor, ou ainda o transgressor do quarto mandamento, nenhum destes pode amar o Senhor, mesmo estando integrado a uma igreja cristã. E quando não se obedece aos mandamentos da obrigação com Deus, também não se obedece aos mandamentos da relação com o próximo e, quando se tenta obedecê-los, tudo não passa de hipocrisia e falsidade.
Por outro lado, não se consegue obedecer aos mandamentos para com Deus e, ao mesmo tempo, descumprir os mandamentos para com o próximo, pois se não amamos ao próximo a quem vemos, como conseguiremos amar a Deus, a quem não vemos? Sabemos que a obediência de Jesus Cristo foi perfeita, e somente a dele.
Porém, isso não deve nos desencorajar a viver a mesma vida, antes ela nos encoraja a vivermos numa busca constante pela perfeição, não que sejamos salvos por essa perfeição pessoal, mas o tanto da nossa obediência à lei vai exibir o tanto que amamos o nosso Deus e Pai.
Essas são as bases do Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, no domingo, Dia do Senhor, 18/08/2013. Ele foi baseado em Deuteronômio 11:1-7 e foi dividido em três pontos:
Devemos Amar o Senhor por Causa da Sua Grandeza;
Devemos Amar o Senhor por Causa da Sua Poderosa Mão;
Devemos Amar o Senhor Por Causa do Seu Braço Estendido.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Ensinando o Povo Sobre a Obediência

     Obedecer é fazer as coisas do que jeito que Deus instituiu. Sua lei é perfeita e sua ordem é que todos vivam cumprindo sua lei. A exigência está baseada em sua autoridade e em sua condição de Criador de todos os homens.
     Como Criador e Mantenedor de todos os homens, Deus tem o poder e o direito de exigir que todos eles vivam em obediência a sua lei. E o objetivo dessa exigência de obediência é para fazer bem aos homens. Todo aquele que rejeita suas opiniões e achismos, preterindo-os, e passando a viver de acordo com as regras que Deus ordena, esse será bem-aventurado, porque a obediência só lhe trará benefícios.
     Por isso que um dos maiores absurdos é quando um homem decide abandonar os preceitos de Deus, deixando de obedecê-los, para viver sua vida de acordo com seus próprios ditames. Isso mostra o grau de loucura que atingiu o homem caído. Por isso que o cristão deve obedecer a Deus, porque foi provido de todos os meios para crer em sua Palavra e para viver uma vida digna diante do Senhor, em obediência e temor, experimentando o dulçor de suas bênçãos espirituais, a satisfação de suas necessidades (pois Deus lhe faz provisão), e testemunhando ao mundo o que significa viver a vida de Deus.
     Cristo viveu essa vida e Ele nos ordenou que o imitássemos, e assim pudéssemos mostrá-lo ao mundo, mediante nossa vida de obediência. Dessa maneira, todo cristão é chamado a compromissos de obediência para com o Senhor na relação com Ele, com o próximo e consigo mesmo.
     Todo esse conjunto fará do cristão alguém que vive a vida de Jesus Cristo aqui na terra e, no lugar que houver um cristão, aí estará uma representação visível de Jesus Cristo, aquele cuja obediência foi perfeita.
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     Esse sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, do púlpito da 1ª Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 11/08/2013. Foi baseado em Deuteronômio 10:12-22 e foi dividido em três pontos:
          1) Os Deveres da Nossa Obediência Para Com Deus
          2) Os Deveres da Nossa Obediência Para Com o Próximo
          3) Os Deveres de Obediência Para Conosco

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Quando a Evangelização é Eficaz

Deus criou o homem para sua glória, e o culto público ocupa lugar primordial nesse propósito. Por isso que Deus sempre cuidou em dar instruções minuciosas referentes ao culto.
Desde o primeiro momento, quando fez o sacrifício de um animal para cobrir a nudez dos primeiros pais, Deus deu instruções sobre o culto, ao apontar Jesus Cristo, o Mediador. Depois, por sucessivas revelações, Deus deu instruções detalhadas para que a liturgia fosse se desenvolvendo conforme a luz que Ele acendia, até que completou a revelação, dando a plenitude das instruções para que o culto fosse realizado na sua inteireza, de modo que plenamente lhe fosse agradável.
É por isso que a Escritura é central na revelação de Deus, pois é nesse livro santo e indestrutível que Deus fez registrar as instruções para um culto segundo sua vontade. As tentativas de destruir esse livro aconteceram por toda a história da revelação, quando os inimigos de Deus e do culto encetaram todas as tentativas para calar a adoração ao Deus verdadeiro, mas nunca lograram êxito.
Mesmo nos momentos em que se pensou ter sido destruído o livro santo, por causa da ferrenha perseguição e ódio, Deus fez reescrever todas as palavras da vida, como aconteceu diante dos israelitas, quando a incredulidade deles fez quebrar as tábuas da lei, e também na destruição do livro santo nos tempos do profeta Jeremias, quando o rei, ao ouvir o que tinha sido dito pelo Senhor, tomou um canivete e rasgou o livro sagrado.
Mas, para que o livro se torne aplicável, Deus instituiu os sacerdotes, que aplicavam as instruções do culto à risca, a fim de conduzir o povo na adoração correta, agradando a Deus.
No novo testamento, os pastores e os diáconos foram estabelecidos por Deus para esse fim, para conduzirem a igreja no culto de adoração a Deus.

E, se no antigo testamento, todo rigor e precisão eram exigidos na liturgia do culto, quanto mais não o serão na nossa dispensação, quando a plenitude da adoração pode ser realizada com inteireza!
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Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 04/08/2013. Foi baseado no capítulo 9 de Deuteronômio e dividido em três pontos que refletem as formas de evangelização.
1) Quando é Feita na Força do Senhor;
2) Quando é Feita na Fraqueza da Carne;
3) Quando é Feita em Oração.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Deus Julga o Culto dos Seus Adoradores

         Mais um resgate de antigos sermões do Pr. Edson. Temos centenas deles para ainda serem editados e disponibilizados. Na medida do possível vamos trabalhando neles e publicando aqui em nosso blog.
     Este Sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da 1ª Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Diz do Senhor 27/10/2002. Foi baseado no Salmo 50.
     Deus assevera que não de deixa enganar por aqueles que lhe oferecem um culto ritual e correto, porem hipócrita e advindo de um coração ímpio. Para ser aceitável o culto precisa ser legítimo, exterior e interiormente.

     Esse sermão foi dividido em dois pontos: 
     O Julgamento do Culto Interior e 
     O Julgamento do Culto Exterior.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Humildade X Orgulho: Choque de Gigantes

     Esse é mais um sermão que resgatamos do ano de 2002, mais precisamente do dia 11/08/2002, baseado em Marcos 9:38-41. Era uma época de muito trabalho, de muitas perseguições, onde a Igreja estava muito fortalecida pela Palavra.
          O Pr. Edson Rosendo repercute sobre dois grandes sentimentos que integram a natureza do crente: A Humildade e o Orgulho. Antagônicos e poderosos, eles podem edificar ou destruir. Eles estão, constantemente, a assediar a fé e a prática de todos os crentes.
     Ele divide sua explanação em dois pontos:
          1) Os Males Produzidos em Nós Pelo Orgulho e
          2) Os Benefícios Produzidos em Nós Pela Humildade.
Faça AQUI o DOWNLOAD do ÁUDIO do SERMÃO em WMA

terça-feira, 16 de julho de 2013

O Maior é o Menor

      Esse sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo 08/08/2002.
      Resgatamos mais um antigo sermão, atendendo às solicitações de alguns irmãos e no intuito de divulgar, mais uma vez, os sermões que temos gravado, ano a ano.
      O assunto discutido neste sermão é grandeza pessoal, sobre qual é o maior no reino dos céus. No texto bíblico escolhido, Marcos 9:33-37, Jesus nos ensinou duas lições de inestimável valor, e que o Espírito Santo de Deus fez registrar tais palavras para que servissem de advertência à igreja por todas as gerações, uma vez que o mesmo erro se levantaria em cada geração, pois faz parte da raiz da queda, e diz respeito ao orgulho humano.
      Na primeira lição, Jesus denunciou o desejo humano de ser o maior, de ser grande, de sempre querer estar na preeminência, na primazia, e na segunda lição, Jesus pronunciou a ordem divina para que fossemos pequenos, humildes, que estivéssemos dispostos a ajudar os outros.
      Em primeiro lugar, portanto, aprendamos sobre o maligno desejo humano de querer ser grande
      E em segundo lugar, aprendamos sobre a ordem divina de sermos pequenos, humildes.
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ou

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Quando a Evangelização é Eficaz

      Israel recebeu ordens de Deus para conquistar a terra de Canaã, o futuro reino de Deus. Para isso, e antes de entrar na terra, o povo recebeu instruções claras do Senhor, contendo lições preciosas de o reino seria conquistado na força do Senhor e não na força do povo. Os israelitas seriam usados como operários, mas Deus é quem iria à frente, como Senhor dos exércitos. Por isso toda a glória da conquista seria atribuída ao Senhor. O povo deveria ir, antes, na fraqueza da carne, confiando em Deus e o buscando em oração.
      Por semelhante modo, a igreja é ordenada a conquistar as almas para o reino de Deus, um reino espiritual, governado por Jesus nos corações dos salvos. Também para essa tarefa, o povo deverá ir na confiança do Senhor, sabendo que a obra da regeneração é exclusiva do Senhor, o Espírito, e que os crentes são usados apenas como operários, e fracos operários, por isso que devem realizar o seu trabalho na fraqueza da carne e em oração, mediante a qual cada qual reconhece a mão soberana do Senhor nessa tarefa de povoar o reino de Deus
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      Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 07/07/2013. Foi baseado no capítulo 9 de Deuteronômio e foi dividido em três pontos:
          1) A Evangelização é Eficaz Quando é Feita na Força do Senhor
          2) A Evangelização é Eficaz Quando é Feita na Fraqueza da Carne
          3) A Evangelização é Eficaz Quando é Feita em Oração


Como Ser Curado de um Mal Incurável?

      Na antiga aliança, a lepra era mal incurável e fora tomada como símbolo do pecado. Daí o leproso não poderia entrar na assembleia dos santos, sequer permanecer entre os próprios pecadores, mas era afastado do convívio social, familiar, profissional, para um lugar isolado, onde morria à míngua. Ficava também sujeito a gritarimundo” todas as vezes que percebesse a aproximação de alguém são.
      O pecado também é assim: afasta a pessoa do convívio familiar, do convívio social, de si mesmo e muito mais da comunhão com Deus. Deus é espírito, e nenhum leproso espiritual tem comunhão com o Senhor, pois Deus é santo em absoluto e não comunga com leprosos espirituais.
      A hora de ser curado da lepra é Hoje, pois amanhã pode ser muito tarde; Você poderá morrer leproso e ficar leproso por toda a eternidade, para sempre separado da comunhão com o Deus santo. O reconhecimento da doença é o passo que leva o pecador a procurar o “Médico” e então receber as prescrições para a sua cura.
      Somente sãos são admitidos à comunhão com Deus, no tempo e na eternidade.
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      Esse sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, no domingo, Dia do Senhor, 30/06/2013. Ele foi baseado em Marcos 1:40-44 e foi dividido em dois pontos que responde à seguinte pergunta: Como ser curado de um mal incurável?
      1) O leproso precisa ter grande desejo de cura e
      2) O leproso precisa ter o toque de Jesus

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Um Gigante Chamado Medo

Ele Peleja Por Nós

Ouvi, ó Israel, hoje, vos achegais à peleja contra os vossos inimigos; que não desfaleça o vosso coração; não tenhais medo, não tremais, nem vos aterrorizeis diante deles, pois o SENHOR, vosso Deus, é quem vai convosco a pelejar por vós contra os vossos inimigos, para vos salvar. (Deuteronômio 20.3,4).
No livro de Deuteronômio há muitas lições importantes que foram dadas ao povo de Israel e que são necessárias para nós, hoje. E muitos encorajamentos, também, como este narrado nos versos citados aqui. O povo estava na iminência de entrar na terra prometida, terra que manava leite e mel… um paraíso na terra, diríamos hoje. Deus envia recomendações ao povo antes que entrem em Canaã, e mostra que, embora no ‘paraíso’, eles não serão privados de problemas, desarmonias, pecados, guerras… tanto que recebem as instruções de como deverão proceder em cada uma dessas situações durante todo decorrer do livro.
Assim mesmo somos nós. Quando somos chamados das trevas para a luz, do mundo para Cristo, da morte para a vida, recebemos bênçãos sem medidas da parte de Deus, mas também recebemos duras tribulações, pelas quais deveremos passar confiando em Deus. Ele nos dá as instruções por meio da sua Palavra para que passemos por cada uma das adversidades com sabedoria, discernimento e graça.
Mas não somente recebemos as instruções como temos a gloriosa promessa de que Ele estará conosco. Nas guerras que travaremos ao longo da vida (não necessariamente guerras civis, mas também espirituais, profissionais, familiares, fraternais…), não só receberemos conselhos de ‘como passarmos’ por elas como também teremos o nosso Professor, o nosso Mestre, o nosso Deus, pelejando por nós.
Muitas vezes nos esquecemos disso. Na hora do aperto, tendemos a nos sentirmos sós e achamos que Deus tem coisas maiores para fazer do que ficar conosco. Mas Ele é fiel às suas promessas. Ele peleja por nós e por causa disso, temos a certeza que a batalha já foi ganha por meio daquele que é tudo, em todos.
Esse sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo 16/06/2013. Foi baseado em Marcos 4:35-41 e foi dividido em dois pontos:
Como é que o medo surge?
Como podemos superar o medo?

terça-feira, 11 de junho de 2013

A Importância de Lembrarmos dos Feitos do Senhor

     A memória curta faz parte do gênero humano. A história da humanidade está repleta de casos de pessoas que receberam benefícios de terceiros, mas rapidamente esqueceram, e, pior, passaram a tratar os benfeitores sem nenhuma gratidão.
     Também a Escritura está repleta de exemplos desse tipo, em que os beneficiados logo se esqueciam dos benfeitores e até os matavam. Mas Deus sempre alertou a seus ministros que sempre lembrassem o povo de todos os benefícios feitos por Deus em seu favor, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.
     Moisés foi arauto desse mandamento, a fim de que o povo de Israel mantivesse na memória tudo quanto Deus fizera em seu favor: como o libertou do cativeiro do Egito, como o conduziu pelo terrível deserto abrasador e como o fez entrar em segurança na terra de Canaã (Deuteronômio 8). Semelhante-mente, Paulo lembrou a igreja de que, outrora, todos os seus membros eram gentios na carne, incircuncisos de coração, sem Cristo, estranhos às alianças e sem Deus no mundo (Efésios 2.11-12).
     Nem Israel deveria esquecer sua situação anterior de servidão, nem a igreja deve esquecer sua situação anterior de escravidão ao pecado. Lembrar de como Deus nos libertou do império das trevas – pela graça – sem que nada fizéssemos ou tivéssemos algo atraente a Ele. Lembrar de como Deus providenciou o Libertador, o Deus-Homem (Jesus Cristo), sua Pessoa e sua obra. Lembrar como o Espírito de Deus nos conduz em santidade, conformando cada crente à imagem de Jesus. Lembrar das amizades anteriores, vãs, e enxergar a nova comunidade dos santos que estão na igreja. Lembrar do extraordinário privilégio de estar cultuando, em contraste com as orgias e extravagâncias do passado.

     Todas essas lembranças são fatores de santificação e gratidão. Porém, esquecer-se de todos esses benefícios são causa de soberba, ingratidão, orgulho, presunção, fortalecimento e realce da força humana, e tudo isto está na contramão da vontade de Deus para seus santos.
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          Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 09/06/2013. 
                   Foi baseado em Deuteronômio 8 e foi dividido em dois pontos:
        1) A Lembrança nos Incentiva à Santidade
        2) O Esquecimento nos trás Endurecimento de Coração e Juízo de Deus

quarta-feira, 5 de junho de 2013

As Bênçãos Sobre Uma Igreja Obediente

A igreja foi mandada ao mundo pelo Senhor, e para isso foi plenamente habilitada com todos os recursos. Seu dever é penetrar em todas as nações, línguas, povos, criaturas, permeando todas as brechas, como faz o ar que respiramos.
A igreja que não evangeliza não é obediente e, por conseguinte, não é abençoada. Os que crerem pela sua pregação precisam ser trazidos ao redil, a fim de serem tratados e crescerem; daí se dizer que a igreja é um hospital, porque, se não o for, não passará de um museu de santos.
A igreja que não evangeliza é como um iate luxuoso, confortável e para poucos, quando, na verdade, deveria ser barcos de pesca, lotados. Porém, ao ir ao mundo, a igreja não pode levar outro evangelho que não o da Escritura. Ao ir ao mundo, a igreja vai na condição de cordeiro para o meio de lobos. A igreja vai levando uma pregação antipática, considerada loucura pelos ouvintes; e os pregadores vão com risco da própria vida, vão entregues à morte, vão como ovelhas para o matadouro.
Entretanto, se a igreja se acovardar da mensagem verdadeira, por considerá-la dura, e, para não deixar de obedecer à ordem de Jesus, ela inventar uma mensagem agradável aos ímpios, uma mensagem de simpatia, enganosa, com o objetivo de arregimentar multidões, pescando serpentes ao invés de peixes, ela alcançará seu objetivo, porém, se transformará no ninho de serpentes e não contará com a bênção do Senhor. Negou-se a ser evangelística, então deixa de ser evangélica. Torna-se como um casal que recusa ter filhos, cujo nome se extingue na próxima geração.

Mas não será assim com a igreja obediente; antes ela irromperá com a sua luz nas trevas da incredulidade, pregando a verdadeira mensagem do evangelho da graça, e o Espírito de Deus saqueará a casa do valente, pois este já foi amarrado pelo mais Valente. Dessa forma, o reino de Deus será povoado, e a bênção do Senhor estará sobre a igreja em todo o tempo.
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Esse sermão, baseado em Dt.7:12-26, foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, no domingo, Dia do Senhor, 02/06/2013. Responde à seguinte pergunta: Quais são as bênçãos sobre uma igreja obediente?
1) Bênçãos Quanto à Evangelização
2) Bênçãos Quanto ao Culto
3) Bênçãos no Trato com os Inimigos

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Quem é Jesus Para Você?

Trata-se de mais um resgate dos antigos sermões, pregados a mais de 10 anos e tão solicitados pelos irmãos da Igreja Batista Reformada. Ao final pode-se baixar o áudio ou o texto da mensagem, pois servirá de ferramenta para estudos.
Esse sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, no domingo, Dia do Senhor, 12/05/2002, do púlpito da 1ª Igreja Batista Reformada em Caruaru. Foi baseado em Marcos 8:27-33. 
O presente sermão responde à pergunta: Quem é Jesus para você? A Escritura mostra que para essa pergunta só existem duas respostas (1) A falsa e (2) A verdadeira. Os perdidos darão a resposta falsa, a resposta errada, permanecendo na cegueira, mas os que creem darão a resposta verdadeira, a resposta certa, passando para a bem-aventurança.
Você pode baixar clicando AQUI o ÁUDIO do SERMÃO em WMA
ou

quinta-feira, 16 de maio de 2013

As Características de Uma Igreja Que Nega a Suficiência das Escrituras


     Fazemos mais um resgate dos antigos sermões dos nossos arquivos, no intuito de disseminarmos a palavra pregada, na certeza de que ela fará os seus frutos.
     Estamos cercados de igrejas e pastores que deixam de lado o que a Bíblia diz em detrimento daquilo que lhes agrada e dá satisfação. Ninguém pode distorcer o que a Bíblia diz, mesmo que não agrade, a verdade está nas Escrituras, independentemente de qualquer achismo. Igreja cheia não é sinônimo de igreja verdadeira. Os pastores andam distorcendo a Palavra para encher igrejas
     Esse Sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, no domingo, Dia do Senhor, 01/06/2006. Foi baseado em II Tm.3:16-17. Foi dividido em dois pontos:

1) Uma Igreja Que Nega a Suficiência das Escrituras Vive de Forma Pragmática
2) Uma Igreja Que Nega a Suficiência das Escrituras Vive a Religião do Prazer e da Satisfação Pessoal

quarta-feira, 15 de maio de 2013

O Poder de Deus e a Minha Vida

Este é o oitavo sermão da série "O Conhecimento de Deus", proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, no domingo, Dia do Senhor, 14/01/2001. Ele tem o propósito de ensinar a Igreja a conhecer a Deus e tornar-se totalmente dependente Dele. Foi baseado no Salmo 62:11 e foi dividido em três pontos:
1) O Poder de Deus e a Vida Divina
2) O Poder de Deus e a Vida dos Homens e
3) O Poder de Deus e a Vida dos Crentes
Faça AQUI o DOWNLOAD do ÁUDIO do SERMÃO em WMA

terça-feira, 14 de maio de 2013

O Amor de Deus Mostrado na Vida dos Crentes


     Sermão Décimo Segundo, da Série “O Conhecimento de Deus”, proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevêdo, no domingo, Dia do Senhor, 11/03/2001, baseado em I João 4:7. O presente sermão foi dividido em dois pontos:
     1) O Amor de Deus derramado em nossas vidas leva-nos em primeiro lugar a amar a Deus
     2) O Amor de Deus derramado em nossas vidas leva-nos inevitavelmente a amar o nosso próximo.

Quais São os Propósitos da Nossa Chamada


     Deus é um Ser 100% perfeito e exige perfeição absoluta daqueles que dele se aproximam. Isso exclui dessa aproximação qualquer mortal, posto que não há ninguém que não peque. Por isso da incompreensível solução adotada por Deus, de aceitar todos quantos deixem de confiar em si para confiar no seu Filho, por causa da obediência perfeita dele.
     Comparando as justiças dos homens com a justiça de Cristo, Deus ri, zomba das nossas justiças e as reprova na sua totalidade. Para cada pecado cometido, a punição cabível é a morte, imediatamente. Isso não acontece na vida do ímpio de forma imediata por causa da paciência de Deus sobre ele. E não acontece na vida do justificado porque Deus não o trata consoante os seus pecados, mas o castiga muito menos do que merecem os seus atos. E mesmo esse castigo é para mera disciplina.
     Já no caso dos ímpios, dos não justificados, Deus os castiga em parte apenas, uma vez que não podem suportar a totalidade da ira do Senhor aqui em vida. Mas o dia chegará, em que a totalidade da ira de Deus cairá sobre os tais e, por não haver quem pague por eles, serão levados à danação eterna e dali jamais sairão, porque eternidade alguma será suficiente para lhes penitenciar dos seus pecados, extinguindo-lhes a pena.
     A verdade que subjaz, no entanto, é que Deus castiga sim, toda desobediência. Os ímpios são afligidos com duras retaliações aqui, e penalidade eterna além. E as aflições do justo, seu desconforto, suas necessidades, seus problemas e agruras, quando não significam provas, são certamente a pequeníssima parte da punição disciplinadora que lhes é aplicada no célere progresso da glorificação.
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     Esse Sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 12/05/2013. Foi baseado em Dt.7:1-11 e foi dividido em dois pontos:
     1) Nos fomos Chamados Para Não Mantermos Nenhuma Associação com os Ímpios
     2) Dar ao Crente de Viver em Santidade

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Você de Fato Ama a Deus?


     Sendo perpétua, a lei moral de Deus não muda. Ela representa o caráter de Deus. Foi dada desde o Antigo Testamento e reafirmada no Novo. Sua vigência nos diz respeito, e a santidade consiste em obedecê-la. Jesus afirmou que "se me amais, guardareis meus mandamentos". O homem de Deus é convocado a deixar a transgressão da lei de Deus e vir para uma vida de obediência a ela.
     A lei de Deus também nos impõe o monoteísmo, pois Deus é o único Senhor. E o monoteísmo do cristão aponta Cristo como o modo de legitimação desse monoteísmo, pois "ninguém vem ao Pai se não por mim", afirmou Jesus. O crente não possui outro senhor, outro deus, nem bens materiais, tangíveis ou intangíveis, nem Mamom, nem pessoas, nada, nada.
     Para o crente, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. A obediência ao "não terás outros deuses diante de mim" implica em amor por Deus, o que facilmente livra o adorador de profanar o nome e o dia da adoração, cultuando a Deus em espírito, sem imagens ou representações.
     O amor do cristão por Deus ainda o leva a inculcar sua lei nos filhos, em todo o tempo, em todas as oportunidades, narrando exaustivamente os feitos de libertação executados por Deus em favor do seu povo, bem como suas exigências para que o obedeçamos. Os filhos, ouvindo os portentos de Deus, aprenderão a temê-lo, respeitá-lo, a considerar sua Palavra, ouvir a pregação no culto, a entender o valor do próximo e os limites da ação com respeito a ele, e, certamente, serão homens que cumprirão suas obrigações com o meio social. E, em estando no propósito de Deus, tudo isso será usado para produzir nos filhos o novo nascimento, segundo a sua soberana vontade.
     Infelizmente, vivemos numa geração de crentes em que a lei de Deus é desprezada, ignorada, omitida dos púlpitos, levando os crentes a viver uma vida ociosa e relaxada com relação à obediência a ela, tendo como conseqüências a falta de amor pelo Senhor, o apego por outros deuses, uma vida de desobediência e a condução de filhos cada vez mais perversos e maus, mesmo vivendo todos dentro das igrejas. Que Deus nos ajude a reverter esse desprezo por sua santa lei.
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     Esse sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, do Púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor 05/05/2013. Foi baseado em Deuteronômio 6:4-9 e foi dividido em três temas que responde à seguinte pergunta: Você de Fato Ama a Deus?

          I Quem Ama a Deus Obedece a Sua Lei
          II Quem Ama a Deus Não Cultua Outros Deuses
          III Quem Ama a Deus Instrui os Filhos na Palavra

terça-feira, 30 de abril de 2013

Por Que é Necessário O Mediador?


      Na maioria dos contratos humanos, há a necessidade do mediador, seja aquele que apresenta outrem, seja aquele que dá fiança, garantindo o contrato. Também há sociedades que só aceitam membros se forem apresentados por um membro efetivo, garantindo a fiança. Em contratos de locação residencial ou industrial, é preciso de um fiador. Em contratos escolares e de cursos diversos, também. Até aquelas referências que damos para o crédito em lojas também são consideradas fianças.
       Jesus Cristo também é Fiador, e Ele nos fia diante de Deus. Mas a fiança de Jesus é um fiança diferente das fianças humanas. Enquanto as fianças humanas só são requeridas quando o devedor não quita suas dívidas, sendo necessária a intervenção do fiador, Jesus Cristo já se apresenta como o Fiador que quita as nossas dívidas, pois Ele já sabe que não podemos pagar. Ele não é o fiador de espera, o fiador que só entra em ação depois que a dívida não for satisfeita, mas Ele se antecipa e paga o nosso débito, integralmente.
      A Escritura nos dá conta, na carta aos Hebreus, que Jesus Cristo "com uma única oferta, pagou para sempre a dívida do seu povo". E essa mesma carta ainda afirma que "nos convinha um Mediador como esse, perfeito em absoluto, que pagou de uma vez por todas, tal a sua riqueza". O Mediador Jesus Cristo é o único que pode nos conduzir a Deus, o único que pode nos tornar aceitáveis diante de Deus, o único que pode pagar nossa dívida diante de Deus, contraída pela multidão dos nossos pecados.
      Só por esse Mediador é que seremos "declarados quites" diante de Deus, sem qualquer dívida, sem qualquer ônus, entrando, desta forma, na bem-aventurança eterna, gozando de todos os créditos que Ele tem diante do Pai.
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      Este sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo  do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo 28/04/2013. Foi baseado em Deuteronômio 5:22-33 e foi divido em três tópicos que respondem à seguinte pergunta: Por Que é Necessário Um Mediador?

      I - Porque o Homem é um Iludido Consigo Julgando-se Bom
      II - Porque Deus Considera o Homem Um Pecador
      III - Porque Deus é Perfeito

terça-feira, 23 de abril de 2013

Particularidades da Lei de Deus


A Capacitação Vem de Deus

        O Senhor deu a seu povo estatutos, leis, mandamentos, preceitos, decretos, testemunhos, todos de forma organizada, sistemática, facilitada, a fim de que o povo tivesse toda facilidade de receber a instrução, capacitando-se a obedecer.
Deus nunca deixou seu povo na ignorância, na estupidez, desassistido, mas sempre o assistiu de modo diligente, completo, ensinando todas as lições necessárias. Quando deu instruções para o culto, Deus tratou de instruir o povo sobre o monoteísmo, sobre a natureza espiritual do culto, proibindo-o de fabricar imagens e muito mais o proibiu de adorá-las, prestar-lhes culto.
Ele ensinou que seu nome seria o único a ser honrado no culto, e que a dubiedade nessa prática seria considerada um rebaixamento de seu nome, e que Ele não teria por inocente aquele que procedesse dessa forma. E concluindo as instruções para o culto, Deus estabeleceu o dia da santa convocação, que seria o dia de descanso, quando Ele decretou feriado a fim de que ninguém se eximisse de participar de tão importante reunião pública.
O Senhor ainda deu instruções sobre como o homem deveria se portar para com seu semelhante de modo que glorificasse a Deus, que seria honrando toda e qualquer autoridade constituída (porque não há autoridade que não seja instituída por Deus).
 Ensinou o povo a honrar a vida, proibindo-o de matar. Ensinou a não ter o sexo como banal, quando proibiu o povo de adulterar. Ordenou que o patrimônio do próximo fosse preservado, não podendo ser objeto de espoliação, de subtração. Proibiu também o mau uso da língua no trato com o próximo. E finalizou vedando os pensamentos impróprios acerca de tudo quanto pertença ao próximo.
Tanto o povo de Israel na antiga aliança quanto a igreja do Senhor foram capacitados integralmente para agir correto. No dizer de Pedro: "Todas as coisas que nos conduzem à vida e à piedade já nos foram dadas". Tudo isso aponta para a capacitação que Deus proporciona àqueles que chamou.
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Este Sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 21/04/2013. Foi baseado no livro de Deuteronômio do capítulo 4:44 até o capítulo 5:21. Ele foi dividido em três partes:
I - A Doação da Lei e a Sua Circunscrição
II - A Lei Ensina Como Cultuar a Deus
III - A Lei Ensina Como Tratar o Próximo

Faça AQUI o DOWNLOAD do ÁUDIO do SERMÃO


Os Instrumentos Para Conquista do Reino


     Este sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do Púlpito da Primeira Igreja Batista em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor 07/04/2013. Foi baseado em Deuteronômio 4:1 e foi dividido em duas partes:

     I O Primeiro Instrumento Para Conquistar o Reino de Deus é: Ouvir
     II O Segundo Instrumento Para Conquistar o Reino de Deus é: Obediência

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A Conquista do Reino

Deus prometeu a Abraão a terra, mas ele teria que percorrê-la, conquistá-la. Josué entrou na terra com o povo, mas teve imenso trabalho em iniciar a tomada da mesma. Davi prolongou as fronteiras, tornando-se o maior conquistador de Israel. Antes de entrar na terra, Deus deu os instrumentos da conquista, as ferramentas para a tomada: a obediência à lei, a suficiência da Escritura, o ódio pela idolatria – eram as armas com as quais Israel conquistaria o reino, a terra, delimitada em seu perímetro pelo próprio Deus.
Nós também precisamos conquistar o reino, mas outro reino, o reino espiritual, cuja terra da antiga aliança funcionava como um modelo. Ingressamos no reino de Deus pela graça, por meio da fé em Cristo, e não mais pela descendência natural de Abraão, mas pela espiritual, pois Abraão é o pai de todos os que crêem.
Uma vez no reino de Deus, precisamos conquistá-lo, e isto exige esforço em estudar a Escritura a fim de entendê-la. Exige duras lutas em oração, a fim de ganharmos intimidade com o Pai e amadurecermos como crentes fiéis. Exige grande esforço em cultuar a Deus do modo como Ele prescreveu, vencendo as nossas opiniões pessoais, os nossos conceitos humanistas e estabelecendo as regras das sagradas Escrituras.
A conquista do reino de Deus nos é imposta mediante uma vida missionária, onde arduamente nos equipamos com as armas corretas para guerrear contra o reino das trevas, conquistando os homens ímpios, pregando-lhes a Palavra da salvação e trazendo-os das trevas para a luz. Nesse mister, excelente manuseio das Escrituras nos é exigido, a fim de respondermos de forma hábil a todo aquele que nos pedir a razão da nossa esperança.
Nenhum preguiçoso em estudar as Escrituras conquistará o reino. Nenhum negligente em oração avançará um palmo na conquista do reino de Deus. Nenhum profano conseguirá percorrer sequer uma polegada na direção da santidade de vida. Nenhum relapso conseguirá pregar as boas novas do evangelho sequer às pessoas de casa.
Quando a Escritura nos diz que o reino de Deus é tomado por esforço, ela está nos exortando gravemente a não tomarmos em vão a graça de Deus, antes nos incentiva a desenvolvermos nossa salvação com temor e tremor, pois Deus está diretamente envolvido na fiscalização dessa atividade. E nessa lide não teremos desculpas, pois todas as coisas que nos conduzem à vida e à piedade já nos foram dadas.

sábado, 20 de abril de 2013

As Regras da Aliança


Esse Sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, do púlpito da 1ª Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 14/04/2013. Foi baseado em Deuteronômio 4:25-40 e foi dividido em 3 pontos:
1) As Ameaças Que Deus Faz Por Conta do Pecado e Ele Promete o Castigo
2) Arrependimento e Restauração
3) As Duas Partes do Pacto: Deus e o Crente
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As Cláusulas da Aliança

       Todos os crentes estão em aliança com Deus. Os termos da aliança é Deus quem define, pois as partes são infinitamente desiguais - Deus e o homem – e nenhum de nós teria a mínima condição de elaborar uma cláusula sequer, e muito menos ter a opção de dizer se concorda ou não com alguma delas. 
       Por ser Deus o elaborador dos termos da aliança, ela é perfeita e visa o nosso bem. A obediência é o item que nos é requerido para receber a promessa das bênçãos, e os castigos são os itens punitivos quando descumprimos as cláusulas que nos foram impostas. 
       Por causa da nossa natureza caída, os castigos seriam exclusivamente o nosso quinhão, pois nada há que façamos com perfeita obediência. Foi nessa cena que Jesus Cristo surgiu, como homem perfeito, cumprindo toda a obediência requerida por Deus, sendo aprovado com louvor, tornando-se o único meio de acesso ao Pai. Por isso que é por Ele que nos achegamos a Deus. 
       Desse ponto em diante, todos os que nele confiam passam a viver uma vida de separação, de santidade, de imitação ao seu Senhor, tendo grande ânsia de ser como Ele é, exibindo-o na vida, dizendo “não mais eu, mas Cristo vive em mim”, entendendo o que significa ser “predestinado para ser conforme a imagem de Cristo”. 
       Mas mesmo nesse estágio, os santos podem incorrer em graves pecados, inclusive a excomunhão, passando largo tempo no mundo, chafurdado no pecado, provando os horrores da velha vida, porém, quando na sua angústia clamarem ao Senhor, e o buscarem de todo o coração, Ele os escutará e se deixará achar, vindo em seu socorro, acudindo-os e lhes restaurando à perfeita comunhão dos santos. 
       Nenhuma das ovelhas do Senhor se perderá. Todas elas tem a característica de escutar a voz do Pastor e segui-lo. Elas estão nas Suas mãos e dali ninguém as arrebatará. Portanto, quando alguém estiver entristecido, debilitado, enfraquecido, desanimado, ou mesmo vivendo em pecado, há esperanças de restauração, pois Deus se lembrou das nossas fraquezas e nos proveu reabilitação.


segunda-feira, 1 de abril de 2013

Conquistando Para o Reino de Deus


O período entre a queda e o final de todas as coisas é um vale de lágrimas. O homem nasce chorando e morre gemendo. O sofrimento só não é pleno nesse período por causa da misericórdia de Deus. Ele estabeleceu nesse período um regime misto de juízo e misericórdia. Por isso não sentimos o sofrimento na plenitude, temos dias de alegria, de prazer, de conforto, de bonança, de saúde.
O salmista afirma que Deus não nos castiga segundo merecem os nossos atos, mas muito menos do que merecem. Somos tão frágeis que, ao menor sinal da indignação de Deus, já desfalecemos. Há pessoas que passam pela vida inteira e sofrem pouco. Há outros que sofrem muito, de modo atroz.
Quem visita o hospital de cancerosos vê tanto sofrimento que fica depressivo. Há pessoas gemendo e gritando por todos os lados, revolvendo-se no leito, pedindo a morte. Os parentes ao lado, em agonia, pedem que Deus apresse sua morte. Os homens fogem da dor, do sofrimento.
No entanto, o caráter bíblico do sofrimento, da dor, é outro. A Escritura ensina ao cristão a enfrentar a dor e o sofrimento pela perspectiva de Deus. Aqueles que não têm esperança não aprenderão a lição, mas o cristão sim. A Escritura afirma que, por maior que seja o sofrimento do cristão – seja de que natureza for, ele ainda é chamado de "leve e momentânea tribulação". Leve é alguma coisa que não é pesada e momentâneo é algo que passa rápido, ligeiro, algo que nem dá tempo "dar fé".
Mesmo que o cristão passe toda sua vida de 60 ou 70 anos em sofrimento atroz, ainda assim a Escritura classifica esse período como sendo de tribulação leve e momentânea. Por quê? Porque toda e qualquer tribulação produz para o crente um eterno peso de glória, acima de qualquer compreensão.
Esse é o ensino da Escritura para o cristão, a fim de que ele passe por este vale de lágrimas de modo diferente, maduro, bíblico, vivendo segundo a visão de Deus.
Esse é o contexto do sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do Púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru, do domingo Dia do Senhor 31/03/2013. O texto Bíblico base se encontra em Dt.3:21-22 e o sermão foi dividido em três pontos:
1) Na Conquista do Reino de Deus Não Há Inimigo Que Resista
2) Deus é o Senhor da Conquista
3) Deus é o Selecionador dos Ceifeiros

A Reforma Deve Ser Contínua


Nem toda a vida será suficiente para alguém se considerar plenamente reformado, completamente amoldado à doutrina dos apóstolos. Nenhum homem poderá se considerar plenamente reformado enquanto nesta vida. Nenhuma igreja poderá se arvorar a condição de ser reformada na sua plenitude. A Reforma nunca para.
Por mais que alguém avance na Reforma, sempre haverá áreas na vida a serem reformadas. A igreja de Jerusalém entendia dessa forma, por isso que Lucas escreveu que ela perseverava na doutrina dos apóstolos. Perseverar na doutrina é se reformar continuamente, sem cessar, sem parar, sem descansar.
O crente deve ser aquela pessoa, então, humilde, pronta a reconhecer que muitas áreas da vida ainda não foram reformadas, transformadas pelo poder do Evangelho, e que em muitíssimas coisas ainda continuam sob a égide da velha lei – a lei do pecado – e muitas dessas áreas mascaradas por uma pseudo-transformação, sem, no entanto, sofrerem aquelas mudanças profundas que a Palavra de Deus produz.
Muitos reformadores entenderam a necessidade imperiosa dessa transformação contínua, mas outros mais se retardaram nessa tarefa, e é justamente nesse ponto que reside o perigo. Uma estagnação da Reforma pessoal ou da igreja provoca retrocesso, perdas significativas, recuperáveis a um alto custo.
Crenças, que outrora eram baluartes da fé, hoje são descridas. Práticas, que antes fizeram a diferença, hoje são contraditadas. E por que? Porque qualquer perda de avanço na Reforma significa retrocesso obrigatório. A princípio, imperceptível, mas depois visível, palpável e, por fim, desvio, escândalo.
Os poetas sacros diziam "quantos que corriam bem já não mais conosco estão". Os reformadores diziam "reformado sempre reformando". Os apóstolos diziam "aquele que cuida estar em pé, olhe não caia". O Senhor Jesus alertava "vigiai e orai para que não entreis em tentação".
A Reforma da vida é uma batalha pessoal, incessante, diária e incansável. O pecado luta tenazmente contra nós, querendo nos tragar. A luta é renhida, sem tréguas. Um vacilo, e grandes perdas se farão sentir.
A Escritura precisa ser livro de bolso e de bolsa. A oração precisa ser a tempo e fora de tempo. A comunhão no culto precisa acontecer na saúde e na doença, principalmente quando a doença é uma doencinha. Ninguém pode prescindir dessas armas.
Mas, a perseverança é uma característica dos santos, pois ninguém persevera por decisão pessoal. Antes, a perseverança é uma das bênçãos da justificação pela fé, que produz paz com Deus, gloriar-se na esperança da glória de Deus, gloriar-se nas tribulações, porque é ela que produz perseverança. Se a perseverança é marca do crente, então "reformado sempre reformando".
Esse sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no domingo 24/03/2013, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru. Foi baseado em II Cr.15:12-14 e foi dividido em quatro pontos:
1) Devemos Aproveitar a Paz Para Fazer Reformas
2) A Nossa Vida de Obediência Não Significa Ausência de Problemas
3) Reformado Sempre Reformando
4) Autoconfiança Pode Destruir a Reforma