domingo, 10 de novembro de 2013

Série de Pregações na Epístola de Tiago

     Entre maio e agosto de 2004, o Pr. Edson fez uma série de pregações sobre a Epístola de Tiago. Foram 11 Sermões no total e o livro foi exaustivamente esmiuçado. Então fazemos agora a disponibilização de todos esses sermões. A Epístola de Tiago destaca a importância de lidar com a aflição do ponto de vista da fé. O relacionamento crucial entre a fé e obras ativas de obediência recebe especial atenção. Tem sido fonte de leitura para aqueles que sofrem e procuram consolo e fortalecimento de sua fé.
     Clique sobre o nome de cada mensagem para baixar:


sábado, 9 de novembro de 2013

Privilégios e Castigos da Lei de Deus

O Cristianismo é a única religião que prega a salvação pela fé, independente das obras da lei, mas não deixa de ensinar que a importância das boas obras é para servir o próximo, também faz bem aos que as realizam. Mas não dão nenhum mérito pessoal a quem as realiza.
A Escritura deixa bem claro que não somos salvos pelas boas obras, mas somos salvos para as boas obras. O pecador redimido recebe bênçãos de Deus quando as pratica e o recebe castigos quando não as faz. Quando a Igreja obedece os mandamentos pode contar com as bênçãos do Senhor. As bênçãos de Deus são enviadas até em meio aos sofrimentos. Vida sem sofrimento não é sinal da bênção de Deus.
Não devemos ter uma postura de relaxamento quanto a Lei de Deus. É de grande importância viver em obediência à Lei de Deus para que possamos usufruir das bênçãos do Senhor e possamos viver conforme o Seu agrado.
Essa é a tônica da presente mensagem, proferida pelo Pr. Edson Rosendo de Azevêdo, no dia 27/10/2013, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru. Foi baseada em Dt.11:26-32 e foi dividida em dois pontos:
1) A Obediência Trás a Bênção
2) A Desobediência Trás a Maldição

A Reforma e a Pregação da Cruz

No começo do cristianismo, a mensagem da cruz era a principal das mensagens, o tema principal de todas elas. Qualquer pregação proferida precisava ter o ingrediente da cruz. O cristianismo sempre foi a religião da cruz. Ele prega a cruz para todo aquele que se apresenta para seguir Jesus.
Da mesma forma que Jesus tomou a cruz e foi para a morte, assim também todo aquele que quiser seguir Jesus precisa morrer. O homem velho para nada serve. Os seus conceitos, gostos, paixões, amizades, apegos, práticas, tudo aquilo precisa passar pelo crivo da nova ordem, da ordem do homem nascido de novo. Tudo aquilo que se opuser ou impedir a consecução do novo status do homem renascido, deve ser objeto de repúdio, de rejeição, de descarte, mesmo que haja prejuízos financeiros, perdas de prestígio, fama, negócios, amizades, parentesco, mesmo os mais íntimos.Nada, nada pode ser mantido quando está em desacordo com a nova ordem. Essa era a pregação da cruz.
Porém, nos nossos dias a pregação da cruz sumiu dos púlpitos das igrejas. São raras as igrejas que tem apresentado ao pecador as reais exigências daquele que deseja seguir Jesus. Seguramente, se maioria dos crentes que povoa as igrejas souber dos custos para seguir Jesus, certamente uma massa esmagadora desistirá e dirá como os areopagitas disseram a Paulo: “Acerca disso te ouviremos noutra oportunidade”.
Mas a mensagem da cruz é a pregação do cristianismo; desde a lei, passando pelos profetas, pelos salmos, pelos apóstolos e muito mais pelo Senhor Jesus Cristo, a pregação era a nota de afinação de todas as pregações. Foi por causa dela que os profetas foram mortos, os apóstolos padeceram, Cristo foi crucificado e todos os fiéis pregadores foram perseguidos e assassinados.
Você ama a mensagem da cruz? Até morrer você a proclamará? Você a proclamará até se preciso morrer for?
Essa mensagem foi proferida pelo Pr. Edson Rosendo, no dia 29/09/2013, do púlpito da Primeira igreja Batista Reformada em Caruaru. Foi baseada em II Cr.15:12-14 e foi dividida em 4 pontos:
          1) As Primeiras Reformas Implicam em Perdas
          2) A Reforma é Atacada
          3) A Reforma Deve Continuar

          4) A Confiança Carnal Destrói a Reforma 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Libertos Para Cultuar

Deus exige de cada adorador o seu todo. Ninguém pode adorar a Deus se não o fizer de modo integral. Todo o ser deve ser do Senhor. Os desígnios, projetos, planos, pensamentos, devem ser submetidos ao escrutínio do Senhor.
Também tudo quanto o homem possui deve ser dedicado a Deus, antes que alguém possa adorá-lo. O tempo sem desperdício, o trabalho honesto, a família, os bens, a renda, o prestígio, a fama, o conhecimento, a beleza, o intelectualismo, os interesses, os gostos, as paixões, tudo, tudo deve ser deposto diante do Senhor. Há de haver uma entrega plena, ampla, irrestrita.
 Abraão entregou o seu melhor. Jó depôs todos os bens, filhos, ser. Jesus entregou-se sem reservas, sequer fazendo caso da sua condição de Deus. Nenhum adorador estará de forma legítima diante de Deus se mantém em seu poder alguma coisa do seu ser ou alguma coisa das suas posses.
Deus exige entrega total, inclusive dos detalhes. É nesse quesito que muitos adoradores prestam um culto vão, enganando-se a si mesmos, prestando um culto segundo os seus próprios desígnios, fazendo de conta que as exigências de Deus são apenas para amedrontar, e continuam fazendo do seu jeito, apenas para lhes aliviar as consciências culpadas, realizando um culto não autorizado, não eficaz, mentiroso, falso e desobediente.
Nenhum desses adoradores provará a Ceia do Cordeiro, pois desprezaram as instruções de Deus para o culto, foram profanos em todo o tempo, não respeitaram as Escrituras, e enveredaram por um caminho alternativo, mais fácil, mais barato, menos custoso, tentando agradar a dois senhores.
São esses que, por mais aparência de piedade que possuam, nunca verão a alva, pois não cumpriram aquilo para o qual foram criados: adorar a Deus em espírito e em verdade.
Quais são os passos para cultuar? Isso é o que responde os quatro pontos do Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no domingo, Dia do Senhor, 01/09/2013. O sermão foi baseado no capítulo 5 de êxodo e foi dividido em quatro pontos:
        1) A Libertação é Sempre Precedida do Aumento das Dificuldades
        2) Deus Exige dos Adoradores Dedicação Integral
        3) Resistir às Sugestões de Satanás Quanto ao Culto

        4) Libertados Para um Culto de Plenitude

Equipados Para Evangelizar

Sabemos que somente os eleitos serão salvos, que somente eles responderão ao chamado do Espírito do Senhor. Mas essa chamada se dá pela pregação do Evangelho.
Quando o pregador anuncia o evangelho, ele está chamando os pecadores ao arrependimento. Enquanto ele prega aos ouvidos, o Espírito de Deus chama aos corações. E Ele chamará de modo eficaz somente os eleitos do Senhor.
Porém, a igreja não sabe quem são esses eleitos, pois eles não têm uma placa nas testas, identificando-os. E não cabe à igreja definir quem são os eleitos, pois essa tarefa foi do Senhor. Nem tampouco cabe à igreja dizer que algum pecador não é eleito se não atender o chamado assim que ouvir uma pregação legítima. Há eleitos que resistem por muito tempo até que o Espírito, finalmente, vence-lhes a resistência e os conduz a Cristo.
Outro motivo pelo qual a igreja não sabe quem são os eleitos que ainda estão no mundo é que os corações dos pecadores foram comparados por Jesus a quatro tipos de solos: “beira do caminho, entre espinhos, solo rochoso, terra fértil” e só deus conhece esses corações; O evangelista não. Por isso que somos ordenados a semear em todos os solos.
O Senhor determinou os que hão de se salvar, mas também Ele determinou o meio pelo qual esses eleitos serão chamados, que é pelo ouvir da pregação. Começo, meio e fim foram determinados pelo Senhor, e a igreja está exatamente nesse ‘meio’, com a sua pregação.
Os cristãos amadurecidos, crentes no decreto e na providência do Senhor, são aqueles que são conhecidos como os maiores evangelizadores, os que mais diligenciam por anunciar a Palavra do Senhor, os que mais oram pela conversão dos pecadores, os que mais choram pela terrível condição das almas perdidas.

Todo aquele que adora o Pai de modo legítimo, é também um evangelista legítimo, pois essas duas tarefas estão intimamente ligadas e uma não se realiza perfeitamente sem a outra.
Esse Sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no Domingo, Dia do Senhor, 08/09/2013, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru. Foi baseado em Deuteronômio 11:8.25 e foi dividido em três pontos:
1) O primeiro Equipamento para Evangelização é Obedecer aos Mandamentos;
2) O Segundo Equipamento para Evangelização é Considerar as Diferenças Entre o Antes e o Depois;
3) O Terceiro Equipamento para Evangelização é Priorizar as Escrituras

O Ódio de Deus Contra os Que Propõem Um Culto Falso

Quando o Senhor é afrontado nas suas ordens, então a sua ira é despertada e o seu juízo entra em ação. É assim em todas as áreas, principalmente no culto de celebração ao seu nome.
Deus deu regras inflexíveis quanto ao culto, e fez registrar todas as regras na sua escritura. Daí Jesus afirmar que “meu Pai procura adoradores que o adorem... em verdade”, conforme a verdade expressa nas Escrituras. A ordem ‘nada acrescentareis, nem diminuireis de tudo quanto eu vos ordeno’ é repetida à exaustão, para que ninguém ouse dizer que não sabia, ou que não tinha atentado para tal.
A santidade do seu nome é tamanha que Deus em nada quer ser comparado aos deuses vãos, produzidos pela imaginação dos homens, por isso que as regras para o culto são ditadas por Ele mesmo, e por mais ninguém.
Não temos o direito de dar sugestões, palpites, de dizer que é melhor assim ou assado, de adicionar elementos ou mesmo subtrair. Em matéria de culto, o Adorado é quem dita as regras. Por isso que, a rigor, em qualquer igreja do planeta, o culto deveria ser rigorosamente o mesmo, pois a forma de adorar o Senhor está ali, escrita, de modo invariável.
Esse assunto é de gravidade tal, que qualquer alteração no culto se tornava um crime inominável contra Deus, e Ele ordenava a punição máxima, sumária, radical – a morte.
O Senhor alertou que, se fosse o pastor quem propusesse um culto alterado, falso, fosse morto. O Senhor alertou que, se fosse o seu filho, ou a sua filha, ou a sua esposa, ou mesmo o seu amigo mais estimado, que propusessem a alteração do culto, fosse morto, e a sua mãe deveria ser a primeira a começar a aplicação da pena capital. Deus ainda disse que, se pessoas de Israel, pertencentes à aliança, propusessem alterações no culto, então essa pessoa deveria ser morta, bem como todos os seus seguidores, mesmo que fosse a cidade inteira.
Tudo isso aponta para o zelo que Deus tem pelo culto. Jesus afirmou que “o zelo da tua Casa me consumirá”. Amemos, portanto, o culto, da mesma forma que Deus ama, e tenhamos zelo pelo culto, da mesma forma que Deus tem.
Esse Sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no Domingo, Dia do Senhor, 03/11/2013, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru. Foi baseado em Deuteronômio 13 e dividido em três pontos:
O Ódio de Deus Contra o Culto Falso se Manifesta Contra os Pastores
O Ódio de Deus Contra o Falso Culto se Manifesta Contra os Parentes
O Ódio de Deus Contra o Falso Culto se Manifesta Contra os Irmãos na Fé

terça-feira, 29 de outubro de 2013

E Sua Família, Como Vai?

     “E foram felizes para sempre”. Essa  é uma frase muito utilizada por aqueles que imaginam um casamento perfeito, mas tem se mostrado como uma falácia, como uma mentira utilizada com muita frequência para designar um casamento perfeito. As pessoas não conhecem o que é relacionamento, o que é renúncia, o que é companheirismo ou o que é harmonia para a construção de um casamento feliz.
     Já se disse que o  impacto do divórcio é um trauma, principalmente para os filhos. Eles sofrem mais com um divórcio do que com a própria morte de um dos pais. Todo família sofre as conseqüências de um casamento desfeito.
     Mas, afinal, como começar certo um casamento? Quais são as bases para um casamento ideal? Como não se deixar relaxar com o relacionamento, com o embasamento correto para a construção de uma família feliz?
     Esse sermão conta a história de Isac e Rebeca, baseado em Gn.24-1.4. Foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da 1ª Igreja Batista Reformada em Caruaru. Não sabemos a data exata do sermão, mas  ele foi dividido em 3 pontos:
          Uma Família com todas as condições para dar certo
          Uma Família ameaçada pela imprudência e pela Falta de Sabedoria
          A Família colhe os resultados amargos de ter abandonado os caminhos do senhor

terça-feira, 22 de outubro de 2013

As Razões Para Amarmos o Senhor

Todas as vezes que o nosso amor por Deus está referido nas Escrituras é sempre em consonância com a obediência à sua lei. As declarações de amor que são feitas a Deus, porém, desconectadas com um compromisso de obediência, não passam de poesias de fumaça, vapores que são produzidos e logo se dissipam.
Quando a lei foi resumida em apenas dois mandamentos, o primeiro se refere exatamente ao cumprimento dos quatro primeiros mandamentos, que são aqueles que representam o nosso relacionamento vertical, os chamados mandamentos do culto, tanto o culto público, como o culto continuado, que todos somos devedores.
Significa que nenhum idólatra, ou profano do nome do Senhor, ou ainda o transgressor do quarto mandamento, nenhum destes pode amar o Senhor, mesmo estando integrado a uma igreja cristã. E quando não se obedece aos mandamentos da obrigação com Deus, também não se obedece aos mandamentos da relação com o próximo e, quando se tenta obedecê-los, tudo não passa de hipocrisia e falsidade.
Por outro lado, não se consegue obedecer aos mandamentos para com Deus e, ao mesmo tempo, descumprir os mandamentos para com o próximo, pois se não amamos ao próximo a quem vemos, como conseguiremos amar a Deus, a quem não vemos? Sabemos que a obediência de Jesus Cristo foi perfeita, e somente a dele.
Porém, isso não deve nos desencorajar a viver a mesma vida, antes ela nos encoraja a vivermos numa busca constante pela perfeição, não que sejamos salvos por essa perfeição pessoal, mas o tanto da nossa obediência à lei vai exibir o tanto que amamos o nosso Deus e Pai.
Essas são as bases do Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, no domingo, Dia do Senhor, 18/08/2013, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru. Ele foi baseado em Deuteronômio 11:1-7 e foi dividido em três pontos:
Devemos Amar o Senhor por Causa da Sua Grandeza;
Devemos Amar o Senhor por Causa da Sua Poderosa Mão;
Devemos Amar o Senhor Por Causa do Seu Braço Estendido.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Ensinando o Povo Sobre a Obediência

     Obedecer é fazer as coisas do que jeito que Deus instituiu. Sua lei é perfeita e sua ordem é que todos vivam cumprindo sua lei. A exigência está baseada em sua autoridade e em sua condição de Criador de todos os homens.
     Como Criador e Mantenedor de todos os homens, Deus tem o poder e o direito de exigir que todos eles vivam em obediência a sua lei. E o objetivo dessa exigência de obediência é para fazer bem aos homens. Todo aquele que rejeita suas opiniões e achismos, preterindo-os, e passando a viver de acordo com as regras que Deus ordena, esse será bem-aventurado, porque a obediência só lhe trará benefícios.
     Por isso que um dos maiores absurdos é quando um homem decide abandonar os preceitos de Deus, deixando de obedecê-los, para viver sua vida de acordo com seus próprios ditames. Isso mostra o grau de loucura que atingiu o homem caído. Por isso que o cristão deve obedecer a Deus, porque foi provido de todos os meios para crer em sua Palavra e para viver uma vida digna diante do Senhor, em obediência e temor, experimentando o dulçor de suas bênçãos espirituais, a satisfação de suas necessidades (pois Deus lhe faz provisão), e testemunhando ao mundo o que significa viver a vida de Deus.
     Cristo viveu essa vida e Ele nos ordenou que o imitássemos, e assim pudéssemos mostrá-lo ao mundo, mediante nossa vida de obediência. Dessa maneira, todo cristão é chamado a compromissos de obediência para com o Senhor na relação com Ele, com o próximo e consigo mesmo.
     Todo esse conjunto fará do cristão alguém que vive a vida de Jesus Cristo aqui na terra e, no lugar que houver um cristão, aí estará uma representação visível de Jesus Cristo, aquele cuja obediência foi perfeita.
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     Esse sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, do púlpito da 1ª Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 11/08/2013. Foi baseado em Deuteronômio 10:12-22 e foi dividido em três pontos:
          1) Os Deveres da Nossa Obediência Para Com Deus
          2) Os Deveres da Nossa Obediência Para Com o Próximo
          3) Os Deveres de Obediência Para Conosco

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Quando a Evangelização é Eficaz

Deus criou o homem para sua glória, e o culto público ocupa lugar primordial nesse propósito. Por isso que Deus sempre cuidou em dar instruções minuciosas referentes ao culto.
Desde o primeiro momento, quando fez o sacrifício de um animal para cobrir a nudez dos primeiros pais, Deus deu instruções sobre o culto, ao apontar Jesus Cristo, o Mediador. Depois, por sucessivas revelações, Deus deu instruções detalhadas para que a liturgia fosse se desenvolvendo conforme a luz que Ele acendia, até que completou a revelação, dando a plenitude das instruções para que o culto fosse realizado na sua inteireza, de modo que plenamente lhe fosse agradável.
É por isso que a Escritura é central na revelação de Deus, pois é nesse livro santo e indestrutível que Deus fez registrar as instruções para um culto segundo sua vontade. As tentativas de destruir esse livro aconteceram por toda a história da revelação, quando os inimigos de Deus e do culto encetaram todas as tentativas para calar a adoração ao Deus verdadeiro, mas nunca lograram êxito.
Mesmo nos momentos em que se pensou ter sido destruído o livro santo, por causa da ferrenha perseguição e ódio, Deus fez reescrever todas as palavras da vida, como aconteceu diante dos israelitas, quando a incredulidade deles fez quebrar as tábuas da lei, e também na destruição do livro santo nos tempos do profeta Jeremias, quando o rei, ao ouvir o que tinha sido dito pelo Senhor, tomou um canivete e rasgou o livro sagrado.
Mas, para que o livro se torne aplicável, Deus instituiu os sacerdotes, que aplicavam as instruções do culto à risca, a fim de conduzir o povo na adoração correta, agradando a Deus.
No novo testamento, os pastores e os diáconos foram estabelecidos por Deus para esse fim, para conduzirem a igreja no culto de adoração a Deus.

E, se no antigo testamento, todo rigor e precisão eram exigidos na liturgia do culto, quanto mais não o serão na nossa dispensação, quando a plenitude da adoração pode ser realizada com inteireza!
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Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 04/08/2013. Foi baseado no capítulo 9 de Deuteronômio e dividido em três pontos que refletem as formas de evangelização.
1) Quando é Feita na Força do Senhor;
2) Quando é Feita na Fraqueza da Carne;
3) Quando é Feita em Oração.