terça-feira, 14 de maio de 2019

Duas Histórias de Quebrantamento e Fé - 12/05/2019

     Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru-PE, no domingo, Dia do Senhor, 12/05/2019 baseado no Evangelho de Marcos 7:24-37. O sermão discorre sobre os ensinamentos do encontro de Jesus com a mulher grega e com o cidadão de Decápolis.


Reflexão:

Eu… me manifestarei a ele. (João 14.21)

     O Senhor Jesus faz revelações especiais de Si mesmo para seu povo. Ainda que as Escrituras não declarassem isso, existiriam muitos filhos de Deus que poderiam testificar, a partir de sua própria experiência, a veracidade desta afirmativa. O seu Senhor e Salvador Jesus Cristo tem se manifestado para eles de forma incomum como o simples ato de ler e ouvir a Palavra não podem propiciar. 
     Na biografia de santos eminentes, você encontrará muitos relatos de ocasiões em que o Senhor Jesus se agradou em falar, de modo bastante especial à alma deles e manifestar-lhes as maravilhas de sua pessoa. A alma desses santos foram tão infundidas de felicidade, que eles pensaram estar no céu. Embora não estivessem lá, eles estavam no limiar do céu. Quando o Senhor Jesus se manifesta ao seu povo, a terra vem a ser céu; é um paraíso em formação; a alegria começa. Isto causa uma influência santa no coração dos crentes. 
     Um dos efeitos é a humildade. Se alguém diz: “Recebi tais e tais revelações espirituais; sou um grande homem”, tal pessoa nunca teve qualquer comunhão com o Senhor Jesus. “O SENHOR… atenta para os humildes; os soberbos, ele os conhece de longe” (Salmos 138.6). Deus não precisa chegar perto deles para conhecê-los e nunca os visitará em amor. 
     Outro efeito de uma manifestação verdadeira de Cristo é a felicidade, visto que na presença de Deus existem deleites para todo o sempre (ver Salmos 16.11). A santidade certamente virá em seguida. Aquele que não demonstra qualquer santidade jamais teve esta manifestação. Algumas pessoas falam muitas coisas, não devemos, porém, acreditar nelas, se não percebemos que suas obras correspondem ao que afirmam. “Não vos enganeis: de Deus não se zomba” (Gálatas 6.7). 
     O Senhor Jesus não concederá seus favores ao ímpio, pois enquanto não lançará fora um homem perfeito não respeitará um malfeitor. Assim, haverá três efeitos decorrentes da proximidade de Jesus: humildade, alegria e santidade. Crente, que Deus lhes dê os mesmos! (Charles H. Spurgeon) 


segunda-feira, 6 de maio de 2019

Como Pedir Socorro ao Senhor? 05/05/2019

          1) Orando com perseverança (v.1-8);
          2) Orando com santidade de vida (v.9-14
   
     Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no domingo, Dia do Senhor, 05/05/2019, do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru-PE, baseado em Lucas 18:1-14.


Reflexão:
Serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. (2 Coríntios 6.16)
     Que título precioso – “meu povo”! 
     Que revelação estimulante -“seu Deus”! 
     Quanto significado se esconde nestas duas palavras: “Meu povo”! Todo o mundo pertence a Deus. O céu e mesmo o céu dos céus são do Senhor, e Ele reina entre os filhos dos homens. No entanto, a respeito daqueles que escolheu e comprou para Si mesmo Ele diz o que não pode dizer sobre os demais: “Meu povo”! Nesta expressão existe a ideia de propriedade. 
     De uma forma especial, “a porção do SENHOR é o seu povo; Jacó é a parte da sua herança” (Deuteronômio 32.9). Todas as nações da terra pertencem a Deus. Todo o mundo está no controle dele. Apesar disso, o povo de Deus (os seus eleitos) é propriedade especial dele. Deus fez pelos eleitos mais do que tem feito pelas outras pessoas. Ele os comprou com seu sangue e os colocou bem perto de Si mesmo. Deus os amou com amor eterno, um amor que muitas águas não podem apagar e que as revoluções do tempo nunca serão suficientes para diminuir. 
     Querido amigo, pela fé, você pode ver a si mesmo entre os que pertencem ao povo de Deus. Pode olhar para o céu e dizer: “Meu Senhor, meu Deus, Tu és meu por meio do doce relacionamento que me permite chamar-Te ‘Pai’. Tu és meu por meio do sagrado companheirismo que me alegro em manter contigo, quando queres Te manifestar a mim como não o fazes ao mundo”. Você pode ler o Livro da Inspiração e encontrar lá o registro de sua salvação? Você pode ler o seu nome escrito no sangue precioso? Pela fé, com humildade, você pode vestir-se com as roupas do Senhor Jesus e afirmar: “Meu Cristo”? Se você pode, então, Deus declara a respeito de você e de outros semelhantes: “Meu povo”. Se Deus é o seu Deus e Cristo é o seu Cristo, o Senhor lhe presta atenção especial. Você é objeto da escolha dele, aceito no amado Filho de Deus. (Charles H. Spurgeon)

terça-feira, 30 de abril de 2019

Como gozar da liberdade que Cristo nos conquistou? 28/04/2019

Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru-PE, no domingo, dia do Senhor, 28/04/2019, baseado em Colossenses 2:16-19.


Esboço da Pregação:
     Como gozar da liberdade que Cristo nos conquistou?
          1) Não se deixando prender por cardápios alimentares (v.16a);
          2) Não se deixando prender por comemorações religiosas (v.16b-17);
          3) Não se deixando prender por manipuladores de consciências (v.18-19)
__________________________________________________________.

Reflexão:
Lembra-te da promessa que fizeste ao teu servo, 
na qual me tens feito esperar. 
(Salmos 119.49)
     Seja qual for a sua necessidade, você pode encontrar neste exato momento uma promessa nas Escrituras referente a ela. Você está fatigado por conta de ser áspero o seu caminho? Eis a promessa: “Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor” (Isaías 40.29). Quando você ler essa promessa, apresente-a novamente ao grande Prometedor e peça-Lhe que cumpra as suas próprias palavras. 
     Você está procurando a Cristo e anela ter comunhão mais íntima com Ele? Esta promessa brilha como uma estrela para você: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos” (Mateus 5.6). Apresente continuamente esta promessa ao trono da graça. Não peça nada mais; entretanto, dirija-se a Deus muitas vezes, dizendo-Lhe: “Ó Senhor, Tu o disseste; faze como tens dito”. 
     Você está aflito por causa de algum pecado ou sobrecarregado com o enorme peso de suas iniquidades? Ouça estas palavras: “Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro” (Isaías 43.25). Em si mesmo, você não tem mérito para pedir o perdão dele, mas peça suas promessas escritas e Ele as cumprirá. 
     Está com medo de não conseguir manter-se firme até ao fim, findando reprovado mesmo após ter se imaginado um filho de Deus? Se esta é a sua condição, apresente estas palavras no trono da graça: “Porque os montes se retirarão, e os outeiros serão removidos; mas a minha misericórdia não se apartará de ti” (Isaías 54.10). 
     Se você perdeu o agradável senso da presença do Salvador e está buscando-O porque tem o coração entristecido, lembre-se: “Tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós outros” (Malaquias 3.7). “Por breve momento te deixei, mas com grandes misericórdias torno a acolher-te” (Isaías 54.7). Fundamente a sua fé na Palavra de Deus. 
     Não importa quais são as suas necessidades ou os seus temores, dirija-se ao seu Pai celestial e diga-Lhe: “Lembra-te da promessa que fizeste ao teu servo, na qual me tens feito esperar”. 
(Charles H. Spurgeon)

quarta-feira, 24 de abril de 2019

O Chamado de Deus à Santidade - 21/04/2019

     Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru-PE, no domingo, Dia do Senhor, 21/04/2019.


Esboço da pregação:
Título: O Chamado de Deus à Santidade
Texto base: Isaías 55:6-9
     Como Deus nos chama à uma vida de santidade?
          1) Por uma vida de oração (v.6);
          2) Por uma vida de arrependimento (v.7a, 8-9);
          3) Por uma vida de conversão (v.7b).
_________________________________

Reflexão: Eu sei que o meu Redentor vive. (Jó 19.25)

     O âmago da consolação de Jó estava na pequena palavra “meu” – “meu Redentor” – e no fato de que o Redentor vive. Oh! Que você se apegue ao Cristo vivo! Precisamos pertencer a Ele antes de podermos desfrutar dele. 
     Que bem o ouro me faz enquanto estiver na mina? O ouro em minha carteira é o que satisfará minhas necessidades; então poderei comprar o pão que preciso. De que serviria um Redentor que não me redime ou um Vingador que não se levanta por mim? Não se contente até que, pela fé, você possa dizer: “Sim, eu me lanço nos braços do meu Senhor vivo; Ele é meu”. 
     Pode ser que você esteja ligado a Ele por um fraco abraço. Talvez você pense que seja presunção dizer: “Ele vive como meu Redentor”. No entanto, lembre-se de que, se tiver fé como um grão de mostarda, esta pequena fé lhe dará o direito de fazer tal declaração. Entretanto, neste versículo, existe outra palavra que expressa a imensa confiança de Jó – “Eu sei”. Dizer: “Eu espero”, “eu creio” é fácil; e, no rebanho de Cristo, existem milhares de crentes que raramente vão além dessas afirmações. Todavia, para obter a essência da consolação, você precisa dizer: “Eu sei”. As palavras “se” e “mas” são os assassinos da paz e da consolação do crente. As dúvidas são elementos sombrios em épocas de aflição. Como vespas, elas picam a alma. Se eu tenho qualquer suspeita de que Cristo não é meu, então, existe o vinagre misturado com o fel da morte. Contudo, se estou certo de que Jesus vive para mim, as trevas deixam de ser trevas; até a noite torna-se luz ao meu redor. 
     Com certeza, se Jó, nas eras anteriores à vinda e ao advento do Senhor, pôde afirmar: “Eu sei”, não podemos falar com menor convicção. Não permita Deus que nossa confiança seja presunção. Que nossas evidências sejam retas, a fim de que não construamos em esperança infundada. Depois, não estejamos satisfeitos com o mero alicerce, pois é dos quartos do segundo piso que temos a visão mais ampla. Um Redentor vivo, genuinamente meu, é um gozo indescritível. (Charles H. Spurgeon)

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Por Que Devemos Olhar Exclusivamente Para Cristo? - 14/04/2019

     Sermão do Pr. Edson Rosendo, proferido do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 14/04/2019, baseado em Colossenses 2:8-15.


Esboço da Pregação:
   Tema: Por Que Devemos Olhar Exclusivamente para Cristo?
     1) Porque há inimigos querendo nos confundir (v.8);
     2) Porque somente ele é competente (v.9, 10b, 15);

     3) Porque somente Jesus nos traz benefícios eternos (v.10a, 11-14)
_______________________________________________________________

Reflexão:


Todos os que me vêem zombam de mim;
afrouxam os lábios e meneiam a cabeça. (Salmos 22.7)

     A zombaria foi um dos grandes ingredientes na aflição de nosso Senhor. Judas Iscariotes zombou dele no jardim. Os principais sacerdotes e escribas riram do Senhor Jesus, menosprezando-O. Herodes desdenhou do Senhor Jesus. Os servos e os soldados escarneceram do Senhor Jesus e O insultaram brutalmente. Pilatos e seus guardas ridicularizaram a realeza do Senhor Jesus. 
     Na cruz, todo tipo de pilhéria injuriosa e insultos horríveis foram lançados em Jesus. O ridículo é sempre algo difícil de suportar. Entretanto, quando estamos em intensa aflição, o ridículo é tão insensível e cruel, que fere o mais profundo de nosso ser. Imagine o Salvador crucificado, sofrendo uma agonia muito superior ao que algum mortal poderia imaginar; depois, visualize aquela multidão heterogênea, todos meneando a cabeça ou propelindo os lábios em amargo desprezo daquela vítima sofredora! Com certeza, deveria haver no Crucificado muito mais do que aquelas pessoas imaginavam; pois, se assim não fora, aquela grande e variegada multidão não O teria honrado com tal menosprezo. Não foi realmente perversa a confissão daquela multidão que, no exato momento de seu maior triunfo aparente, apesar de tudo, não pôde fazer nada mais do que zombar da vitoriosa bondade que reinava na cruz? 
     Ó Jesus, rejeitado e desprezado pelos homens (ver Isaías 53.3), como podias morrer por homens que Te trataram de modo tão cruel? Tu tens maravilhoso e divino amor além de qualquer medida. Assim como eles, havemos Te desprezado, nos dias de nossa obstinação; e, mesmo depois do novo nascimento, temos dado ao mundo um lugar elevado em nosso coração. Apesar disso, Tu foste crucificado para curar nossas feridas e morreste para nos dar vida. 
     Oh, se pudéssemos Te colocar num alto e glorioso trono dentro do coração de todos os homens! Espalharíamos os teus louvores pela terra e mar até que universalmente, os homens te adorassem, como uma vez, unanimemente Te rejeitaram. (Charles H. Spurgeon)

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Construindo a Vida com Cristo - 07/04/2019

     Sermão do Pr. Edson Rosendo, proferido do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruru-PE, no domingo, Dia do Senhor, 07/04/2019; baseado em Colossenses 2:6-7.


Esboço:
     Como crentes, como devemos construir o nosso edifício?
          1) Construindo a sua fundação em Cristo (v.7a);
          2) Construindo a sua elevação em Cristo (v.7b);
          3) Construindo o seu acabamento em Cristo (v.7c);
          4) Construindo o seu telhado em Cristo (v.7d)
_________________________________________

Ó homens, até quando tornareis a minha glória 
em vexame…? (Salmos 4.2)
     Que honras o povo de Israel, em cegueira, tributou ao seu Rei tão esperado?
     1) Eles Lhe ofereceram uma procissão de honra, da qual tomaram parte oficiais romanos, sacerdotes judeus, homens e mulheres, enquanto Ele mesmo carregava a sua cruz. Este é o triunfo que o mundo oferece Àquele que veio para vencer os inimigos imediatos do homem. Gritos de menosprezo foram as únicas aclamações que Ele recebeu; e escárnios agressivos foram os seus únicos louvores. 
     2) Eles O presentearam com o vinho de honra. Em vez de Lhe darem o cálice de ouro do vinho generoso, Lhe ofereceram o entorpecente gole mortal de um criminoso, mas Ele o recusou porque preservaria ileso o paladar por meio do qual provaria a morte. Após o Senhor Jesus haver clamado: “Tenho sede” (João 19.28), eles Lhe deram vinagre misturado com fel em uma esponja, que, fixada em um caniço de hissopo, fizeram chegar-Lhe à boca. Oh! Que detestável hospitalidade manifestada para com o Filho do Rei. 
     3) Eles Lhe deram uma guarda de honra, que demonstrou sua estima por Ele lançando sortes sobre as suas vestes, das quais se havia apoderado como sua recompensa. Tais eram os guarda-costas do adorado do céu – um quarteto de jogadores brutais. 
     4) Um trono de honra foi encontrado para Ele na cruz sangrenta. Na verdade, a cruz era a completa expressão dos sentimentos do mundo para com o Senhor Jesus. Eles pareciam dizer: “Filho de Deus, esta é a maneira segundo a qual o próprio Deus deveria ser tratado, se pudéssemos tocá-Lo”.
     5) O título de honra era apenas nominal – “Rei dos Judeus”. No entanto, a nação judia, em cegueira, repudiou francamente aquele título e chamou o Senhor Jesus de “Rei dos Ladrões”, preferindo a Barrabás e colocando-o no lugar de maior vergonha, entre dois ladrões. Deste modo, a glória do Senhor Jesus foi transformada em vergonha pelos filhos dos homens, mas esta glória ainda alegrará os olhos dos santos e dos anjos, para sempre. 
(Charles H. Spurgeon)

quarta-feira, 27 de março de 2019

Por que devemos seguir o modelo de casamento proposto por Deus? - 24/03/2019

     Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no domingo Dia do Senhor 24/03/2019, baseado em Gênesis 2:24.


Divisão:
     1) Porque é o tipo de casamento que Deus abençoa;
     2) Porque Deus castiga os casamentos que não seguem o seu padrão

quinta-feira, 21 de março de 2019

Por que se esforçar para conhecer o mistério de Deus - Cristo? 17/03/2019

     Sermão do Pr. Edson Rosendo, proferido do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 17/03/2019, baseado em Colossenses 2:1-5.


Esboço da pregação:

     Quatro razões pelas quais devemos fazer uso do nosso máximo esforço para conhecer a Cristo

          1) Porque estaremos honrando os que lutam por nós, v.1;
          2) Porque ficamos capacitados a amar, v.2a;
          3) Porque enriquecemos, v.2b-3;
          4) Porque nos tornamos sábios na vida prática, v.4-5.
__________________________________________________

Reflexão:
Recomendando-nos … que nos lembrássemos dos pobres. (Gálatas 2.10)
     Por que Deus permite que muitos de seus filhos sejam pobres? Se Ele desejasse, poderia fazer com que todos eles se tornassem ricos. Poderia deixar sacolas de ouro à porta da casa deles e prover-lhes uma enorme renda anual. Poderia espalhar ao redor da casa deles abundância de provisões, assim como Ele fez as codornas caírem no arraial de Israel e chover pão do céu, para alimentar os israelitas. Não há necessidade de serem pobres os filhos de Deus, exceto se Ele vir que isto é o melhor. “Pois são meus todos os animais do bosque” (Salmos 50.10). 
     Deus poderia suprir seus filhos. Poderia fazer com que os mais ricos e os mais poderosos trouxessem todo o seu poder e riqueza e os depositassem aos pés dos filhos dele, visto que o coração de todos os homens está nas mãos dele. No entanto, Ele resolveu não agir deste modo. Por quê? Existem muitas razões. Uma delas é esta: Deus quer dar a nós, que somos bastante favorecidos, oportunidade de mostrar nosso amor por Jesus. Mostramos nosso amor por Ele, quando cantamos a seu respeito e Lhe dirigimos nossas orações. Todavia, se não houvesse pessoas necessitadas no mundo, perderíamos o agradável privilégio de evidenciar nosso amor por meio de ministrarmos, ofertando aos irmãos mais pobres. Ele determinou que, deste modo, provemos não se fundamentar nosso amor apenas em palavras, mas em verdade e em atitudes. Se amamos verdadeiramente a Cristo, nos preocuparemos com aqueles que são amados por Ele. Não devemos considerar um dever, e sim um privilégio o proporcionarmos alívio aos pobres do rebanho do Senhor, relembrando as palavras dele mesmo: “Sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” (Mateus 25.40). 
     Certamente, esta promessa é doce o suficiente e, esta causa, forte o suficiente para induzir-nos a ajudar outros com mão disposta e coração amoroso – lembrando que tudo que fazemos pelo povo dele, é graciosamente aceito por Cristo como se feito para Ele mesmo. (Charles H. Spurgeon)

quarta-feira, 13 de março de 2019

Por Que Devemos Evangelizar? 10/03/2019

     Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no domingo, Dia do Senhor, 10/03/2019, do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru-PE, baseado em 2 Reis 7:3-9.


Esboço da Pregação:
Por que devemos evangelizar?
2 Reis 7.3-9
     1) Porque o mundo está na morte (v.3-4)
          * Os pecadores tocados
          * O povo em geral
     2) Porque Deus usa homens fracos (v.5-7)
          * Os fracos se aproximam
          * Os fortes fogem
     3) Porque Deus a isso nos compele (v.8-9)
          * Nós recebemos a salvação
          * Nós não podemos deixar de pregar
_____________________________

Reflexão:
Dizia eu na minha prosperidade: jamais serei abalado. (Salmos 30.6)
     “Moabe…tem repousado nas fezes do seu vinho; não foi mudado de vasilha para vasilha” (Jeremias 48.11). Deem a alguém riquezas e façam com que seus navios lhe tragam constantemente ricas mercadorias. Que os ventos e as ondas apresentem-se como servos dele, e conduzam os navios através do profundo e forte mar. Façam com que as terras desta pessoa produzam em abundância e que o clima seja propício às suas colheitas. Permitam que o sucesso lhe sobrevenha ininterruptamente; que seja entre os homens, um negociante bem-sucedido. Façam com que ele desfrute de saúde constante e deem-lhe um coração feliz. Deem-lhe um espírito esperançoso; que ele tenha perpetuamente, uma canção nos lábios. Permitam que seus olhos estejam sempre brilhando com regozijo. 
     Mesmo se tratando do melhor crente que já existiu, a consequência natural de tal estado de tranquilidade será a presunção. O próprio rei Davi afirmou: “Jamais serei abalado”. E não somos melhores do que ele, nem mesmo tão bons quanto ele. Se, na jornada, você está passando por lugares tranquilos, acautele-se. Se o caminho é áspero, agradeça ao Senhor por tal caminho. Se Deus sempre nos firmasse no cavalete da prosperidade, se sempre houvesse poucas nuvens no céu, se em todos os momentos tivéssemos gotas doces no vinho desta vida, ficaríamos intoxicados com os prazeres. Pensaríamos estar de pé, sim estaríamos de pé, mas no alto de um pináculo. Assim como o homem que dorme no mastro, estaríamos em perigo a cada momento. 
     Bendizemos a Deus em nossas aflições; agradecemos-Lhe por nossas mudanças; exaltamos o seu nome na perda da prosperidade, pois sentimos que, se Ele não nos tivesse disciplinado deste modo, poderíamos ter ficado excessivamente seguros. A contínua prosperidade mundana é uma prova de fogo. As aflições, embora pareçam severas, sempre são enviadas em misericórdia. 
     (Charles H. Spurgeon)

terça-feira, 5 de março de 2019

A Disciplina de Deus Por Causa de Pecados Contra a Sua Palavra - 24/02/2019

     Sermão do Pr. Edson Rosendo, no domingo, Dia do Senhor, 24/02/2019, proferido do púlpito da Igreja Batista da Graça em Caruaru, baseado no Salmo 107 


     Quanto custou escrever a Bíblia? Custou o sangue dos profetas, custou o sangue dos apóstolos, custou o sangue do próprio Deus, a vida do filho de Deus!
     Qual o valor que tem a Palavra de Deus? 
     O povo de Deus no Velho Testamento era constantemente disciplinado por conta do desprezo com a Palavra Dele. Quando o homem despreza a Palavra de Deus, Ele manda a Palavra e fecha os ouvidos deles para que não entendam, não se convertam e não sejam salvos. 
     Aqueles que pregam, os que são obedientes e atentos à Palavra também passam por perseguições e angústias injustas. Mas as angústias que enfrentamos certamente estão relacionadas à nossa desobediência e desprezo para com a Palavra de Deus. 
     Todo o desígnio de Deus está expressado na Sua Palavra. O Senhor exige santidade de seus seguidores. 
     O Salmo 107 nos trás 4 lições para aqueles que desprezam a Sua Palavra e lhes fala da disciplina para com eles: 
        1) Para com os filhos que ignoram a escritura (v.4-9) 
        2) Para com os filhos que desprezam a escritura (v.10-16) 
        3) Para com os filhos que são tolos para com a escritura (v.17-22) 
        4) Para com os filhos que somente admiram a escritura (v.23-32) 
     
     Você se enquadra em alguma dessas situações? 
     Pois estabeleça uma reforma em sua vida, sob pena de Deus lhe mandar para o cativeiro, para o deserto para sofrer. 
     Deus manda os avisos pela sua Escritura, pelos profetas. Mude sua postura. Você está diante da mais preciosa e mais valorosa Palavra de Deus. Ele tem dado a você e o que você tem feito? 
     Há muito o que fazer. Mude o seu procedimento pois existem conseqüências para sua atitude. Existe uma reação de Deus para com a sua ignorância ou desprezo da escritura. Seja néscio ou especialista, obedeça a Palavra de Deus.