sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Ensinando o Povo Sobre a Obediência

     Obedecer é fazer as coisas do que jeito que Deus instituiu. Sua lei é perfeita e sua ordem é que todos vivam cumprindo sua lei. A exigência está baseada em sua autoridade e em sua condição de Criador de todos os homens.
     Como Criador e Mantenedor de todos os homens, Deus tem o poder e o direito de exigir que todos eles vivam em obediência a sua lei. E o objetivo dessa exigência de obediência é para fazer bem aos homens. Todo aquele que rejeita suas opiniões e achismos, preterindo-os, e passando a viver de acordo com as regras que Deus ordena, esse será bem-aventurado, porque a obediência só lhe trará benefícios.
     Por isso que um dos maiores absurdos é quando um homem decide abandonar os preceitos de Deus, deixando de obedecê-los, para viver sua vida de acordo com seus próprios ditames. Isso mostra o grau de loucura que atingiu o homem caído. Por isso que o cristão deve obedecer a Deus, porque foi provido de todos os meios para crer em sua Palavra e para viver uma vida digna diante do Senhor, em obediência e temor, experimentando o dulçor de suas bênçãos espirituais, a satisfação de suas necessidades (pois Deus lhe faz provisão), e testemunhando ao mundo o que significa viver a vida de Deus.
     Cristo viveu essa vida e Ele nos ordenou que o imitássemos, e assim pudéssemos mostrá-lo ao mundo, mediante nossa vida de obediência. Dessa maneira, todo cristão é chamado a compromissos de obediência para com o Senhor na relação com Ele, com o próximo e consigo mesmo.
     Todo esse conjunto fará do cristão alguém que vive a vida de Jesus Cristo aqui na terra e, no lugar que houver um cristão, aí estará uma representação visível de Jesus Cristo, aquele cuja obediência foi perfeita.
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     Esse sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, do púlpito da 1ª Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 11/08/2013. Foi baseado em Deuteronômio 10:12-22 e foi dividido em três pontos:
          1) Os Deveres da Nossa Obediência Para Com Deus
          2) Os Deveres da Nossa Obediência Para Com o Próximo
          3) Os Deveres de Obediência Para Conosco

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Quando a Evangelização é Eficaz

Deus criou o homem para sua glória, e o culto público ocupa lugar primordial nesse propósito. Por isso que Deus sempre cuidou em dar instruções minuciosas referentes ao culto.
Desde o primeiro momento, quando fez o sacrifício de um animal para cobrir a nudez dos primeiros pais, Deus deu instruções sobre o culto, ao apontar Jesus Cristo, o Mediador. Depois, por sucessivas revelações, Deus deu instruções detalhadas para que a liturgia fosse se desenvolvendo conforme a luz que Ele acendia, até que completou a revelação, dando a plenitude das instruções para que o culto fosse realizado na sua inteireza, de modo que plenamente lhe fosse agradável.
É por isso que a Escritura é central na revelação de Deus, pois é nesse livro santo e indestrutível que Deus fez registrar as instruções para um culto segundo sua vontade. As tentativas de destruir esse livro aconteceram por toda a história da revelação, quando os inimigos de Deus e do culto encetaram todas as tentativas para calar a adoração ao Deus verdadeiro, mas nunca lograram êxito.
Mesmo nos momentos em que se pensou ter sido destruído o livro santo, por causa da ferrenha perseguição e ódio, Deus fez reescrever todas as palavras da vida, como aconteceu diante dos israelitas, quando a incredulidade deles fez quebrar as tábuas da lei, e também na destruição do livro santo nos tempos do profeta Jeremias, quando o rei, ao ouvir o que tinha sido dito pelo Senhor, tomou um canivete e rasgou o livro sagrado.
Mas, para que o livro se torne aplicável, Deus instituiu os sacerdotes, que aplicavam as instruções do culto à risca, a fim de conduzir o povo na adoração correta, agradando a Deus.
No novo testamento, os pastores e os diáconos foram estabelecidos por Deus para esse fim, para conduzirem a igreja no culto de adoração a Deus.

E, se no antigo testamento, todo rigor e precisão eram exigidos na liturgia do culto, quanto mais não o serão na nossa dispensação, quando a plenitude da adoração pode ser realizada com inteireza!
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Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 04/08/2013. Foi baseado no capítulo 9 de Deuteronômio e dividido em três pontos que refletem as formas de evangelização.
1) Quando é Feita na Força do Senhor;
2) Quando é Feita na Fraqueza da Carne;
3) Quando é Feita em Oração.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Deus Julga o Culto dos Seus Adoradores

         Mais um resgate de antigos sermões do Pr. Edson. Temos centenas deles para ainda serem editados e disponibilizados. Na medida do possível vamos trabalhando neles e publicando aqui em nosso blog.
     Este Sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da 1ª Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Diz do Senhor 27/10/2002. Foi baseado no Salmo 50.
     Deus assevera que não de deixa enganar por aqueles que lhe oferecem um culto ritual e correto, porem hipócrita e advindo de um coração ímpio. Para ser aceitável o culto precisa ser legítimo, exterior e interiormente.

     Esse sermão foi dividido em dois pontos: 
     O Julgamento do Culto Interior e 
     O Julgamento do Culto Exterior.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Humildade X Orgulho: Choque de Gigantes

     Esse é mais um sermão que resgatamos do ano de 2002, mais precisamente do dia 11/08/2002, baseado em Marcos 9:38-41. Era uma época de muito trabalho, de muitas perseguições, onde a Igreja estava muito fortalecida pela Palavra.
          O Pr. Edson Rosendo repercute sobre dois grandes sentimentos que integram a natureza do crente: A Humildade e o Orgulho. Antagônicos e poderosos, eles podem edificar ou destruir. Eles estão, constantemente, a assediar a fé e a prática de todos os crentes.
     Ele divide sua explanação em dois pontos:
          1) Os Males Produzidos em Nós Pelo Orgulho e
          2) Os Benefícios Produzidos em Nós Pela Humildade.
Faça AQUI o DOWNLOAD do ÁUDIO do SERMÃO em WMA

terça-feira, 16 de julho de 2013

O Maior é o Menor

      Esse sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo 08/08/2002.
      Resgatamos mais um antigo sermão, atendendo às solicitações de alguns irmãos e no intuito de divulgar, mais uma vez, os sermões que temos gravado, ano a ano.
      O assunto discutido neste sermão é grandeza pessoal, sobre qual é o maior no reino dos céus. No texto bíblico escolhido, Marcos 9:33-37, Jesus nos ensinou duas lições de inestimável valor, e que o Espírito Santo de Deus fez registrar tais palavras para que servissem de advertência à igreja por todas as gerações, uma vez que o mesmo erro se levantaria em cada geração, pois faz parte da raiz da queda, e diz respeito ao orgulho humano.
      Na primeira lição, Jesus denunciou o desejo humano de ser o maior, de ser grande, de sempre querer estar na preeminência, na primazia, e na segunda lição, Jesus pronunciou a ordem divina para que fossemos pequenos, humildes, que estivéssemos dispostos a ajudar os outros.
      Em primeiro lugar, portanto, aprendamos sobre o maligno desejo humano de querer ser grande
      E em segundo lugar, aprendamos sobre a ordem divina de sermos pequenos, humildes.
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ou

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Quando a Evangelização é Eficaz

      Israel recebeu ordens de Deus para conquistar a terra de Canaã, o futuro reino de Deus. Para isso, e antes de entrar na terra, o povo recebeu instruções claras do Senhor, contendo lições preciosas de o reino seria conquistado na força do Senhor e não na força do povo. Os israelitas seriam usados como operários, mas Deus é quem iria à frente, como Senhor dos exércitos. Por isso toda a glória da conquista seria atribuída ao Senhor. O povo deveria ir, antes, na fraqueza da carne, confiando em Deus e o buscando em oração.
      Por semelhante modo, a igreja é ordenada a conquistar as almas para o reino de Deus, um reino espiritual, governado por Jesus nos corações dos salvos. Também para essa tarefa, o povo deverá ir na confiança do Senhor, sabendo que a obra da regeneração é exclusiva do Senhor, o Espírito, e que os crentes são usados apenas como operários, e fracos operários, por isso que devem realizar o seu trabalho na fraqueza da carne e em oração, mediante a qual cada qual reconhece a mão soberana do Senhor nessa tarefa de povoar o reino de Deus
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      Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 07/07/2013. Foi baseado no capítulo 9 de Deuteronômio e foi dividido em três pontos:
          1) A Evangelização é Eficaz Quando é Feita na Força do Senhor
          2) A Evangelização é Eficaz Quando é Feita na Fraqueza da Carne
          3) A Evangelização é Eficaz Quando é Feita em Oração


Como Ser Curado de um Mal Incurável?

      Na antiga aliança, a lepra era mal incurável e fora tomada como símbolo do pecado. Daí o leproso não poderia entrar na assembleia dos santos, sequer permanecer entre os próprios pecadores, mas era afastado do convívio social, familiar, profissional, para um lugar isolado, onde morria à míngua. Ficava também sujeito a gritarimundo” todas as vezes que percebesse a aproximação de alguém são.
      O pecado também é assim: afasta a pessoa do convívio familiar, do convívio social, de si mesmo e muito mais da comunhão com Deus. Deus é espírito, e nenhum leproso espiritual tem comunhão com o Senhor, pois Deus é santo em absoluto e não comunga com leprosos espirituais.
      A hora de ser curado da lepra é Hoje, pois amanhã pode ser muito tarde; Você poderá morrer leproso e ficar leproso por toda a eternidade, para sempre separado da comunhão com o Deus santo. O reconhecimento da doença é o passo que leva o pecador a procurar o “Médico” e então receber as prescrições para a sua cura.
      Somente sãos são admitidos à comunhão com Deus, no tempo e na eternidade.
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      Esse sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, no domingo, Dia do Senhor, 30/06/2013. Ele foi baseado em Marcos 1:40-44 e foi dividido em dois pontos que responde à seguinte pergunta: Como ser curado de um mal incurável?
      1) O leproso precisa ter grande desejo de cura e
      2) O leproso precisa ter o toque de Jesus

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Um Gigante Chamado Medo

Ele Peleja Por Nós

Ouvi, ó Israel, hoje, vos achegais à peleja contra os vossos inimigos; que não desfaleça o vosso coração; não tenhais medo, não tremais, nem vos aterrorizeis diante deles, pois o SENHOR, vosso Deus, é quem vai convosco a pelejar por vós contra os vossos inimigos, para vos salvar. (Deuteronômio 20.3,4).
No livro de Deuteronômio há muitas lições importantes que foram dadas ao povo de Israel e que são necessárias para nós, hoje. E muitos encorajamentos, também, como este narrado nos versos citados aqui. O povo estava na iminência de entrar na terra prometida, terra que manava leite e mel… um paraíso na terra, diríamos hoje. Deus envia recomendações ao povo antes que entrem em Canaã, e mostra que, embora no ‘paraíso’, eles não serão privados de problemas, desarmonias, pecados, guerras… tanto que recebem as instruções de como deverão proceder em cada uma dessas situações durante todo decorrer do livro.
Assim mesmo somos nós. Quando somos chamados das trevas para a luz, do mundo para Cristo, da morte para a vida, recebemos bênçãos sem medidas da parte de Deus, mas também recebemos duras tribulações, pelas quais deveremos passar confiando em Deus. Ele nos dá as instruções por meio da sua Palavra para que passemos por cada uma das adversidades com sabedoria, discernimento e graça.
Mas não somente recebemos as instruções como temos a gloriosa promessa de que Ele estará conosco. Nas guerras que travaremos ao longo da vida (não necessariamente guerras civis, mas também espirituais, profissionais, familiares, fraternais…), não só receberemos conselhos de ‘como passarmos’ por elas como também teremos o nosso Professor, o nosso Mestre, o nosso Deus, pelejando por nós.
Muitas vezes nos esquecemos disso. Na hora do aperto, tendemos a nos sentirmos sós e achamos que Deus tem coisas maiores para fazer do que ficar conosco. Mas Ele é fiel às suas promessas. Ele peleja por nós e por causa disso, temos a certeza que a batalha já foi ganha por meio daquele que é tudo, em todos.
Esse sermão foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo 16/06/2013. Foi baseado em Marcos 4:35-41 e foi dividido em dois pontos:
Como é que o medo surge?
Como podemos superar o medo?

terça-feira, 11 de junho de 2013

A Importância de Lembrarmos dos Feitos do Senhor

     A memória curta faz parte do gênero humano. A história da humanidade está repleta de casos de pessoas que receberam benefícios de terceiros, mas rapidamente esqueceram, e, pior, passaram a tratar os benfeitores sem nenhuma gratidão.
     Também a Escritura está repleta de exemplos desse tipo, em que os beneficiados logo se esqueciam dos benfeitores e até os matavam. Mas Deus sempre alertou a seus ministros que sempre lembrassem o povo de todos os benefícios feitos por Deus em seu favor, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.
     Moisés foi arauto desse mandamento, a fim de que o povo de Israel mantivesse na memória tudo quanto Deus fizera em seu favor: como o libertou do cativeiro do Egito, como o conduziu pelo terrível deserto abrasador e como o fez entrar em segurança na terra de Canaã (Deuteronômio 8). Semelhante-mente, Paulo lembrou a igreja de que, outrora, todos os seus membros eram gentios na carne, incircuncisos de coração, sem Cristo, estranhos às alianças e sem Deus no mundo (Efésios 2.11-12).
     Nem Israel deveria esquecer sua situação anterior de servidão, nem a igreja deve esquecer sua situação anterior de escravidão ao pecado. Lembrar de como Deus nos libertou do império das trevas – pela graça – sem que nada fizéssemos ou tivéssemos algo atraente a Ele. Lembrar de como Deus providenciou o Libertador, o Deus-Homem (Jesus Cristo), sua Pessoa e sua obra. Lembrar como o Espírito de Deus nos conduz em santidade, conformando cada crente à imagem de Jesus. Lembrar das amizades anteriores, vãs, e enxergar a nova comunidade dos santos que estão na igreja. Lembrar do extraordinário privilégio de estar cultuando, em contraste com as orgias e extravagâncias do passado.

     Todas essas lembranças são fatores de santificação e gratidão. Porém, esquecer-se de todos esses benefícios são causa de soberba, ingratidão, orgulho, presunção, fortalecimento e realce da força humana, e tudo isto está na contramão da vontade de Deus para seus santos.
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          Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, do púlpito da Primeira Igreja Batista Reformada em Caruaru, no domingo, Dia do Senhor, 09/06/2013. 
                   Foi baseado em Deuteronômio 8 e foi dividido em dois pontos:
        1) A Lembrança nos Incentiva à Santidade
        2) O Esquecimento nos trás Endurecimento de Coração e Juízo de Deus

quarta-feira, 5 de junho de 2013

As Bênçãos Sobre Uma Igreja Obediente

A igreja foi mandada ao mundo pelo Senhor, e para isso foi plenamente habilitada com todos os recursos. Seu dever é penetrar em todas as nações, línguas, povos, criaturas, permeando todas as brechas, como faz o ar que respiramos.
A igreja que não evangeliza não é obediente e, por conseguinte, não é abençoada. Os que crerem pela sua pregação precisam ser trazidos ao redil, a fim de serem tratados e crescerem; daí se dizer que a igreja é um hospital, porque, se não o for, não passará de um museu de santos.
A igreja que não evangeliza é como um iate luxuoso, confortável e para poucos, quando, na verdade, deveria ser barcos de pesca, lotados. Porém, ao ir ao mundo, a igreja não pode levar outro evangelho que não o da Escritura. Ao ir ao mundo, a igreja vai na condição de cordeiro para o meio de lobos. A igreja vai levando uma pregação antipática, considerada loucura pelos ouvintes; e os pregadores vão com risco da própria vida, vão entregues à morte, vão como ovelhas para o matadouro.
Entretanto, se a igreja se acovardar da mensagem verdadeira, por considerá-la dura, e, para não deixar de obedecer à ordem de Jesus, ela inventar uma mensagem agradável aos ímpios, uma mensagem de simpatia, enganosa, com o objetivo de arregimentar multidões, pescando serpentes ao invés de peixes, ela alcançará seu objetivo, porém, se transformará no ninho de serpentes e não contará com a bênção do Senhor. Negou-se a ser evangelística, então deixa de ser evangélica. Torna-se como um casal que recusa ter filhos, cujo nome se extingue na próxima geração.

Mas não será assim com a igreja obediente; antes ela irromperá com a sua luz nas trevas da incredulidade, pregando a verdadeira mensagem do evangelho da graça, e o Espírito de Deus saqueará a casa do valente, pois este já foi amarrado pelo mais Valente. Dessa forma, o reino de Deus será povoado, e a bênção do Senhor estará sobre a igreja em todo o tempo.
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Esse sermão, baseado em Dt.7:12-26, foi proferido pelo Pr. Edson Rosendo de Azevedo, no domingo, Dia do Senhor, 02/06/2013. Responde à seguinte pergunta: Quais são as bênçãos sobre uma igreja obediente?
1) Bênçãos Quanto à Evangelização
2) Bênçãos Quanto ao Culto
3) Bênçãos no Trato com os Inimigos