terça-feira, 27 de abril de 2010

LIÇÕES SOBRE A ORAÇÃO

Se você sabe que deve orar; Se você sabe como orar, mas mesmo assim não ora. Se você ora, mas não consegue perseverar em oração. Ora por um tempo, mas depois desiste. Ou se você não está satisfeito com as suas orações, com a sua vida de oração. Ou se você não sabe o que dizer em oração, se a sua teologia na oração é pobre, se você não sabe dizer os termos corretos. Se toda essa situação lhe atinge, se é isso que representa sua vida, se você em agonia por essa causa, então, ouça esse sermão e você enxergará tudo quanto Jesus ensinou aos seus discípulos sobre oração e como eles se tornaram homens poderosos na oração, a ponto de darem instruções à igreja do Senhor sobre como orar.

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sábado, 24 de abril de 2010

Como Você Acolhe Jesus?

Acolhendo Jesus

Quando Jesus decide salvar um pecador, Ele o faz de modo soberano. Naturalmente, o pecador sempre resiste a Jesus (“Vós sempre resistis ao Espírito Santo”), porém, segundo o seu propósito eterno, Jesus vence a barreira imposta pelo pecador e o salva, arrastando-o da lama e dando-lhe nova vontade para agir.
Jó afirmou que Deus podia tudo e que nenhum dos seus planos podia ser frustrado (Jó 42). Então, Jesus, de forma soberana, salva os que Ele quer, independente do esforço do pecador (de quem quer) e das suas obras (de quem corre). É nesse momento que Jesus deve ser acolhido da melhor forma pelo pecador salvo. Este deve lhe tributar atenção, respeito, honra suprema e tudo quanto significar prioridade.
Porém, sabemos que nem todos procedem assim; Há daqueles que não acolhem Jesus de forma digna, antes estão mais preocupados em mostrar o que tem e o que são do que aprender quem Jesus é e o que Ele tem para nos dar. Quando Jesus disse a Zaqueu: “Desce depressa, pois hoje me convém pousar em tua casa”, Zaqueu não pensou duas vezes, mas desceu depressa e o recebeu em casa da melhor forma.
Como entender que alguém ganhe o maior presente que alguém jamais pode ganhar e mesmo assim não manifeste a maior gratidão e a mais elevada honra ao galardoador?
Como entender que pessoas que receberam Jesus continuam com os olhos postos nas coisas passageiras, materiais, olvidando os chamados do Espírito de Deus para prestar um culto público aceitável, para manter em fulgor o nível da oração junto ao trono da graça e ainda para ser um exímio instrumentista das escrituras sagradas?
Que cada um possa refletir na maneira como tem acolhido Jesus. Que cada um escolha a melhor parte, aquela que não se corrompe, mas é eterna.

Sermão proferido no dia 18 de abril de 2010. Baseado em Lucas 10:38-42 e reflete sobre como acolher Jesus da forma errada e acolhendo Jesus da forma certa.

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O Reino de Deus e a Alegria

A exultação de Jesus

São poucas as oportunidades que a escritura descreve Jesus em exultação. Sabemos que Deus exultou quando do batismo de Jesus, quando o Pai falou do céu, audivelmente, dizendo que o seu prazer estava no seu Filho amado e recomendando aos homens: “A Ele
ouvi”. A verdade é que são poucas as oportunidades que a escritura descreve a exultação do Pai e do Filho. São raras e os motivos são bem especiais. Por quais motivos Jesus exultaria? O que de tão especial poderia produzir a exultação do Deus-Homem? Certa vez, em conversa com 70 homens que haviam sido encarregados por Jesus para uma missão específica, e depois de lhes ouvir os relatórios da viagem, a escritura afirma que Jesus exultou no Espírito Santo. E o motivo foi porque o Pai tinha revelado a sua Palavra aos pequeninos e escondido dos sábios e entendidos. Os pequeninos eram os judeus anônimos que tinham sido convocados para uma missão urgente. E os sábios e entendidos eram os especialistas da lei mosaica, os doutores da Torá, os escribas e sábios judeus que, de tão orgulhosos, não conseguiam ver em Jesus o Messias, o grande profeta anunciado por Moisés, antes se lhe opunham, criticando-o, colocando-o à prova com instintos assassinos. Deus odeia o orgulhoso de modo ímpar. Deus resiste ao soberbo, trabalha contra ele. Por isso que Jesus também exulta por essa causa, porque o Pai oculta dos tais a sua Palavra vivificante, deixando-os na ignorância, nas trevas, na morte. Deus não se deixa escarnecer. Ele dá graça aos humildes, mas quanto ao soberbo... bem, esses Ele conhece de longe. Quem recebeu, portanto, a iluminação do Espírito de Deus e compreende as escrituras, então manifeste o eterno espírito de gratidão, pois Jesus exulta por sua causa, porque o Pai se lhe revelou a Si.

Sermão proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no domingo, dia do Senhor, 11 de abril de 2010.

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quinta-feira, 22 de abril de 2010

O Reino de Deus e as Alegrias do Trabalho

Atentando nas coisas eternas

Certa vez Jesus recebeu uma equipe missionária e ouviu pacientemente todos os relatórios de cada dupla de missionários. Porém, Jesus observou que a característica de cada relatório era a alegria que cada dupla daquelas estava manifestando. Estando diante daquele que sonda mentes e corações, os missionários tiveram os seus intentos revelados, conhecidos,e todos, sem exceção, estavam eufóricos pelo sucesso da investida missionária, porque os milagres foram feitos e os demônios submetidos a cada um deles. Era uma euforia causada pelo sucesso da obra missionária, porém, Jesus manifestou restrições a ela. Jesus observou que os missionários estavam atribuindo a si o mérito do sucesso obtido, ao que Jesus lhes disse que só haviam obtido sucesso contra inimigo tão poderoso porque Ele mesmo já o havia derrotado e que Ele mesmo também havia dado a eles autoridade sobre o tal inimigo e proteção contra as retaliações que porventura viessem a sofrer. Aqueles missionários ficaram envergonhados; procuraram o chão debaixo dos pés e não encontraram.
Compreendendo a situação deles, Jesus lhes dirigiu o foco para o motivo da verdadeira alegria, da alegria permanente, que começa aqui e nunca mais acaba e que eles teriam que manifestar essa alegria, sempre: o fato de que seus nomes estavam arrolados nos céus. Ora, para se ter chegado a esse ponto de ter o nome no rol do céu, dos salvos, foi preciso ter ouvido a pregação da Palavra, ter nascido de novo, escapado da ira de Deus, ter sido batizado, ingressado na igreja, experimentado a santidade de vida, enfim... uma obra grandiosa foi feita a favor deles, culminando
com a salvação eterna, e, por isso, eles deveriam concentrar toda a sua atenção, toda a sua alegria nessa obra de proporções eternas, que lhes garantiria alegria e júbilo permanentes.
Esse é o Sermão do dia 4 de abril de 2010, baseado em Lucas 10:17-20 e dividido em dois Pontos:
* Acautelai-vos com as Alegrias Passageiras e
* Fixem a Atenção na Alegria Permanente.
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terça-feira, 6 de abril de 2010

Deus, o Juiz

O fato do cristão poder enfrentar o dia do juízo seguro do conhecimento de que não será rejeitado, não significa que ele deve pensar no juízo em termos de uma entrega gloriosa de prêmios.
É uma segurança considerável o fato de que não compareceremos diante de nenhum outro tribunal a não ser o de nosso redentor.
O que o homem cospe contra o céu, cai de volta em seu próprio rosto.
O dia do juízo é remoto, teu dia de juízo está perto.
No mesmo instante em que a morte nos deixa o juízo vai nos encontrar.
O céu ficará cheio com os que tiverem praticado boas obras e o inferno com os que pretenderam praticá-las.
O Senhor tem um cetro de ouro e um bastão de ferro; os que não se curvam diante de um, serão quebrados pelo outro.
O inferno é a verdade percebida tarde demais.
Mesmo que um pecador condenado pudesse chorar um oceano inteiro, todos esses oceanos jamais extinguiriam uma centelha do fogo do inferno.
Cristo não precisa aplicar nenhuma outra pena contra uma alma que o rejeitou a não ser condená-la a ter o que deseja.
Os perdidos sofrerão eternamente para satisfazer a justiça, mas jamais conseguirão.
Os homens podem apressar-se para a perdição com o nome de Jesus nos lábios.
O sopro do Senhor acende um lago infernal e onde encontraremos mecanismos ou baldes para apagar esse fogo?
Deus o Juiz. Esse é o nono sermão da série “O Conhecimento de Deus” proferido pelo Pr. Edson Rosendo, no domingo, Dia do Senhor, 4 de fevereiro de 2001. Foi baseado no livro do profeta Naum 1:2, que diz: “O Senhor é Deus zeloso e vingador; o Senhor é vingador e cheio de ira. O Senhor toma vingança contra os seus adversários e reserva indignação para os seus inimigos.” Nesse texto o profeta Naum alertou para a estrita relação entre o zelo de Deus, sua ira e sua vingança.
O Propósito dessa mensagem é ensinar os crentes a temer e tremer diante do pecado. Há três abordagens na explanação:
Primeiro: O Juizo de Deus é perfeito;
Segundo: O Juízo de Deus sobre os ímpios:
Terceiro: O Juízo de Deus sobre os crentes.

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