sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Com Folhas, Porém Sem Frutos

Jesus Condena a Hipocrisia
Hipócrita é aquele que faz com que a sua luz brilhe de tal forma diante dos outros, que eles não possam saber o que está por trás dele. Dizer que somos cristãos enquanto vivemos uma vida sem santidade é a maior das falsidades. Deus não se impressiona com a casca, mas com o grão. O hipócrita só é perseverante em sua hipocrisia. Tem língua de anjo e coração de demônio. O hipócrita é a aquele que cobre a carniça com um manto dourado. O hipócrita não ficará sempre ileso, ele é como uma maçã podre: revela-se no vento forte. O cristão hipócrita engana a muitos, o ímpio sincero, não. O falso crente corre para a perdição com o nome de Jesus Cristo nos lábios. O ritualismo do hipócrita é a anti-religião, o caminho da piedade é avesso ao formalismo e ao ritualismo. Hipocrisia é a santidade superficial. O justo não expressa todas as virtudes que possui; o hipócrita revela todas as virtudes que não possui. Um assassino que conhecemos, uma bomba que identificamos e um leão solto na rua, são menos perigosos do que um hipócrita, porque contra aqueles nos protegemos e contra estes estamos até de mãos dadas.
Sermão proferido em 23/02/2003, baseado em Marcos 11:12-14; 20-21, dividido em 2 pontos:
1) Não basta professar a fé corretamente, é necessário produzir frutos.
2) Seremos julgados e inspecionados por Deus.

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Faça o Download do Sermão: A Figueira Murcha, de Charles Spurgeon.

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